quinta-feira, 10 de outubro de 2002

A HISTÓRIA DE NÓS DOIS (THE STORY OF US):
Esta é uma história de amor. Daquelas que já vimos em muitos filmes. Mas achei interessante o jeito com que foi apresentado. Como se fosse um daqueles programas, tipo "Globo Repórter" sobre um determinado assunto. Neste caso, temos a história de um casal, Katie (Michelle Pffeifer) e Ben Jordan (Bruce Willis), que após 15 anos de casamento, entram em crise e ficam à beira do divórcio. Enqto eles discutem a separação, seus filhos estão em viagem de férias. Katie e Ben decidem contar da separação após a volta das crianças, por isso, qdo vão visitá-las, eles tem que fingir. Óbviamente, não conseguem disfarçar muito bem...
Ok, ok... Temos Bruce Willis, um dos reis da "inexpressão facial", tentando nos emocionar com o drama da separação da mulher q ele ainda ama. E temos a Michelle Pffeifer, chorando o tempo todo como se fosse a Meg Ryan (aliás, atenção p/ a cena final e me digam se ela não canastrou legal!), e se sentindo culpada de tudo. E temos, como sempre, os amigos q falam bem e/ou mal do amor. Vou dar uma colher de chá para eles... Até q me convenceram. O filme não é tão ruim assim... Aliás, o único momento em q pensei: "Estou perdendo o meu tempo! Q canastrice!" foi esta cena da Michelle q mencionei acima. Achei um bom filme. Mas já advirto q ele é bem "mulézinha"... Aqueles filmes q as mulheres assistem qdo estão em TPM, brigaram com o namorado, ou querem achar um sentido maior pra vida; comendo um pote de sorvete de chocolate, enqto as lágrimas (escondidas, é claro) caem dentro do tal pote... Mas é legal. Eu até gostei de assistir.
Como uma quase-futura-psicóloga e semi-jornalista, eu gosto de observar as pessoas e as relações. E gosto muito de ver filmes sobre relacionamentos. A gente fala mal, jura q não assiste, mas na hora h senta pra ver e SEMPRE ouve uma frasesinha durante o filme q te deixa pulando na cadeira... Como se fosse uma "facada" direta pra vc. Eu ainda não vi nenhum filme romântico, nem o mais bobo deles, q não me fizesse dar um discreto pulo pq tocou exatamente na ferida... E eu duvido q exista alguém q não pule!
Por isso, se vc tá em deprê por motivos amorosos, ou nas situações mencionadas acima, veja este filme e tire suas conclusões sobre o final. Se concorda ou discorda, vai de cada um... Eu achei apelativo, mas óbvio. Nota: 6.
Melhor frase do filme: "O casamento é o final do romance." (Rachel - Rita Wilson)
A HISTÓRIA DE NÓS DOIS (The Story of us) - 1999 - Gênero: Romance - Direção: Rob Reiner // Bruce Willis, Michelle Pffeifer, Rita Wilson, Rob Reiner // Fonte da imagem: Google Images.

quarta-feira, 9 de outubro de 2002

REAÇÃO EM CADEIA (CHAIN REACTION):
Filminho muito bobo e fraco do Keanu Reeves. Aliás, ele é expert em fazer filmes péssimos, e logo após estourar em um megasucesso de bilheteria. "Velocidade Máxima" e "Matrix" são bons exemplos disto.
"Reação em cadeia" é um filme sobre uma conspiração industrial. Um grupo de jovens cientistas está desenvolvendo um projeto de energia ecológica, limpa e renovável. Qdo os experimentos começam a dar certo, o chefe do projeto é assassinado, os planos desaparecem e o galpão onde as experiências são executadas explode (junto com pelo menos 3 quarteirões da cidade). As suspeitas recaem em dois cientistas da equipe: Eddie Kasalivich (Keanu Reeves) e Lily Sinclair (Rachel Weisz). O resto do filme é perseguição e a descoberta de q não sabemos em quem podemos confiar... "Reação em cadeia" serve para ser visto qdo vc não tem mais nada de bom pra fazer, de madrugada, ou depois da night (pq vc vai acabar dormindo mesmo...). Não recomendo. Nota: 5.
Melhor frase do filme: Nenhuma...
REAÇÃO EM CADEIA (Chain Reaction) - 1996 - Gênero: Ação - Direção: Andrew Davis // Keanu Reeves, Morgan Freeman, Rachel Weisz // Fonte da Imagem: Google Images.
2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO (2001- A SPACE ODYSSEY)
Aposto que serei execrada agora... Nunca serei aceita em nenhum "círculo de críticos de arte" após escrever o q penso sobre este filme... Todo mundo vai me olhar feio depois disso... Mas fazer o q? Tenho q dizer o q penso... :-/
Eu não gostei de "2001 - Uma Odisséia no espaço"... Nem um pouquinho... Acho q não entendi nada do q se propunha o filme... Este deve ser o problema. Assim como antigamente não tinha maturidade para assistir a Woody Allen, acho q o mesmo aconteceu com este filme. Devo ter q assistir outra vez pra tentar entender e achar tudo isso q o povo diz. A verdade é q me decepcionei e muito...
Acho q este filme está dividido em dois contos... A 1a parte, é aquela dos homens das cavernas. A 2a é aquela futurista. E na minha humilde e leiga opinião, elas não tem nada a ver uma com a outra. Não estão interligadas em nada. Qq um pode me explicar, dizer mil coisas, fazer mil viagens com suas visões mirabolantes, mas eu sempre terei a sensação de q tá faltando uma parte no meio, pra interligar as histórias. Vai ver o Kubrick não teve tempo ($$) para fazer a parte do meio, q interliga as histórias. Algo q faça elas terem a ver uma com a outra. Eu não vi ligação alguma... Vai ver não tenho competência para entender um gênio...
Vou fazer o seguinte... Verei novamente assim q repetir na TVA (ou por DVD, sei lá) e aí farei outro texto sobre o filme. E espero q eu entenda da próxima vez... Por enqto, não posso recomendá-lo a ninguém... Nota: 6 - só por ser um clássico, senão...
Melhor frase do filme: "Eu sei q você e Frank estavam planejando me desligar, e eu acho q isto é algo q eu não posso permitir q aconteça." (H.A.L. - Douglas Rain *voz do computador*)
2001 - UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO (2001 - A Space Odyssey) - 1968 - Gênero: Ficção Científica - Direção: Stanley Kubrick // Keir Dullea, Gary Lockwood, William Sylvester, Douglas Rain // Fonte da imagem: Google Images.

quarta-feira, 2 de outubro de 2002

UM MISTERIOSO ASSASSINATO EM MANHATTAN (MANHATTAN MURDER MISTERY):
Qdo era mais nova, eu não gostava dos filmes do Woody Allen... Não achava graça nenhuma... Era pura falta de maturidade... Agora que estou "grandinha", gosto da grande maioria dos filmes dele. Não de todos, óbvio. Mas já não acho ele tão sem graça... Woody Allen não é pra qq um...
Este filme tem um roteiro até bem simples... A história não é inédita. Mas obviamente, a forma como é dirigida (filmada, os diálogos) são característicos de seu autor. Por isto, mesmo com uma idéia já utilizada em outros filmes muitas vezes, "Um Misterioso Assassinato em Manhattan" acaba sendo único, pois vem de um texto de Woody Allen. A história é a seguinte: Um casal novaiorquino (óbvio), chega naquela fase onde a vida toda já está estabilizada: filhos na faculdade; carreira consolidada... O tédio desta nova vida, acaba fazendo com que Carol Lipton (Diane Keaton) comece a observar o comportamento de um vizinho, que recentemente perdeu sua esposa. Ela insiste que a mulher fora assassinada pelo mesmo, mas seu marido Larry Lipton (Woody Allen) tenta tirar isto da cabeça dela.
Claro que isto é apenas o começo do filme. O resto, só mesmo assistindo. "Um Misterioso Assassinato em Manhattan" não é o melhor filme que Woody Allen já fez. Ele é um filme legal. Mas em se tratando de um trabalho de alguém como Woody, qualquer filme deve ser visto. Mas apenas os preparados o entenderão. Nota: 7
Melhor frase do filme: "Nova York está explodindo. Eu estou acostumado com isso!" (Larry Lipton - Woody Allen) *profético*
UM MISTERIOSO ASSASSINATO EM MANHATTAN (Manhattan Murder Mistery) - 1993 - Gênero: Comédia - Direção: Woody Allen // Woody Allen, Diane Keaton, Jerry Adler, Lynn Cohen, Alan Alda, Anjelica Huston // Fonte da Imagem: Google Images.

terça-feira, 17 de setembro de 2002

O INFORMANTE (THE INSIDER):
Eu nunca achei que o Russel Crowe fosse este ótimo ator que todo mundo diz por aí... Não acho que ele merecia oscar por sua atuação em "Gladiador" (q particularmente, não acho nada demais) e nem em nenhum outro filme que já tenha visto com ele. Até q assisti a "O Informante".
Não que ele esteja estupendo no filme. Mas a estória é tão envolvente que te faz achar q o cara é bom memo. Ok, ele desta vez está bem no papel de Jeffrey Wigand, o prórpio informante do título. Agora, magistral (esta é a palavra) está mesmo Al Pacino no papel do produtor de TV Lowell Bergman. Aliás, falar isso é chover no molhado. O cara é bom, mesmo em papéis ruins. O q não é este caso.
"O Informante" foi inspirado em fatos reais. Lowell Bergman (Al Pacino) é produtor do programa jornalístico "60 Segundos". Ele consegue um furo jornalístico que deixaria uma das indústrias mais poderosa do mundo em situação complica: a indústria do Tabaco. Jeffrey Wingand (Russel Crowe) trabalhava numa destas indústrias e foi demitido. Ele tem acesso a informações importantes sobre o Tabaco, coisas sobre o efeito nas pessoas, etc. As empresas negam ter conhecimento do mal q o fumo faz a saúde. Mas Jeffrey sabe q é mentira. Lowell tenta desesperadamente coloca-lo no ar, contando tudo, mas "forças maiores" pretendem impedir.
O filme é longo, mas a gente nem nota... O suspense sobre a divulgação do programa é tanta q a gente só quer saber se vai ou não pro ar a matéria. A direção, o roteiro, os atores e toda a produção em si são maravilhosos. Eu gostei muito do q vi. Nota: 8.
Melhor frase do filme: "E Jefrey Wigand, que está no limbo, vai à televisão para dizer a verdade? Sim. Ela é uma informação valiosa? Sim. Nós iremos por no ar? Claro que não. Por que? Porque ele não está dizendo a verdade? Não. Porque ele está dizendo a verdade. Isto é o porquê de não coloca-lo no ar. E qto mais ele fala a verdade, pior fica!" (Lowell Bergman - Al Pacino)
O INFORMANTE (The Insider) - 1999 - Gênero: Drama - Direção: Michael Mann // Russel Crowe, Al Pacino, Christopher Plummer // Fonte da imagem: Google images.

domingo, 8 de setembro de 2002

LOLITA (LOLITA):
1962. Ano em que Stanley Kubrick teve a ousadia de exibir "Lolita". O principal ponto do filme é o amor obsessivo de um homem de quarenta anos mais ou menos, por uma menina de 14. Se atualmente este assunto é polêmico, o que dirá naquela época.
"Lolita" é daqueles filmes q todo mundo tem q ver um dia. Não só por ele ser um clássico. Mas também por ser tão bom. Antes de assistir ao original, vi a versão moderna. Eles são parecidos, obviamente, mas o atual perde muito (principalmente) pela falta de sutileza, utilizada por Kubrick.
O filme atual é explícito demais ao mostrar a relação de Lolita e o Professor Humbert. Kubrick deixa no ar, embora todos nós saibamos o que acontece. Sinceramente, prefiro da forma dele. A sugestão é mais interessante do que simplesmente mostrar cenas de sexo.
Na versão de Kubrick, o Professor Humbert é interpretado por James Mason. O professor aluga um quarto na casa da viúva Charlotte Haze (Shelley Winters), e lá conhece Lolita (Sue Lyon), sua filha adolescente. A paixão que ele sente pela menina é avassaladora e obsessiva. Ele casa com Charlotte, para esconder sua paixão. Após a morte desta, ele fica responsável pela menina. Literalmente.
Amei o filme! Se tiverem oportunidade de assisti-lo, façam correndo. Não recomendo o atual. Mas este recomendo com certeza. Nota: 9
Melhor frase do filme: "Eu quero que você viva comigo, morra comigo, e tudo comigo!" (Prof. Humbert - James Mason)
LOLITA (Lolita) - 1962 - Gênero: Drama - Direção: Stanley Kubrick // James Mason, Sue Lyon, Shelley Winters, Peter Sellers // Fonte da imagem: Google images.
OS ÚLTIMOS EMBALOS DA DISCO (THE LAST DAYS OF DISCO):
Muitos filmes nostálgicos sobre um período, uma década, um ano, já foram feitos. Este, é mais um deles. Trata de um período entre o fim de uma década (a de 70) e o início de outra. Era o fim da era disco (um período q aliás, eu gosto muito).
Neste filme, um grupo de jovens amigos, ainda "perdidos na vida" (aliás, isto não é característica de uma década em si!), se encontram para se divertir em uma decadente discoteca, enqto trabalham, sofrem, amam, etc.
Sinceramente, este filme é bem fraquinho. Poderia ter sido melhor. É uma mistura ruim de "Studio 54" com "St Elmo's fire" (esqueci o nome em português!)... Sei lá... Nota: 6 (Só por causa da trilha sonora!)
Melhor frase do filme: "Os caras certos, nunca ligam; e para os que ligam você dá desculpas. Os legais te chateiam, e os idiotas convencem você a sair. Acaba-se com um nojento, com bafo, esfregando-se em você, tentando enfiar a língua na sua boca. Ainda bem que estamos numa nova era." (Charlotte - Kate Beckinsale)
OS ÚLTIMOS EMBALOS DA DISCO (The last days of disco) - 1998 - Gênero: Drama - Direção: Whit Stillman // Chlöe Sevigny, Kate Backinsale, Chris Eigeman, Mackenzie Astin, Matt Keeslar, Robert Sean Leonard, Jennifer Beals // Fonte da imagem: Google images.

domingo, 1 de setembro de 2002

O DIABO VESTE AZUL (DEVIL IN A BLUE DRESS):
Depois de ter confessado ser fã do Kevin Bacon, tenho q me confessar outra vez... Sou mais fã ainda do Denzel Washington!!!! Além de ser muito gato (*suspiros*), o cara manda muito bem! Ainda não vi um filme dele q achasse ruim... O cara é bom mesmo... Finalmente ele ganhou o Oscar este ano! Muito merecido... Ai, ai, Denzel... *risos*
Mas vamos ao que interessa... Sempre tive curiosidade de ver este filme, mas não tinha oportunidade. Até q consegui ver, via TNT. E achei bem interessante.
Denzel Washington interpreta Ezekiel Rawlins. O filme é narrado por ele. Ezekiel, perde o emprego no começo, e para sobreviver aceita trabalhar como detetive. Ele precisa encontrar Daphne Monet (a sumida - sem trocadilhos - Jennifer Beals), uma ex-noiva de um político local. Enqto a procura, Ezekiel, vai se metendo em várias confusões, assassinatos etc. Como o filme tem um q de mistério, não vou contar muita coisa. Mas o filme é legal. Assistam. Nota: 7
Melhor frase do filme: "Você disse 'não atire nele', certo? Então, eu não atirei. Eu o estrangulei. Se vc nào queria que eu o matasse, porque me deixou sozinho com ele?" (Mouse - Don Cheadle)
O DIABO VESTE AZUL (Devil in a blue dress) - 1995 - Gênero: Policial - Direção: Carl Franklin // Denzel Washington, Jeniffer Beals, Tom Sizemore, Don Cheadle // Fonte da imagem: Google images.
O HOMEM SEM SOMBRA (HOLLOW MAN):
Antes de começar a falar deste filme, preciso dizer que sou fã do Kevin Bacon. Não por ele ser bonito, nem por ser forte ou charmoso. Ele não é nada disso. Sou fã dele por ele ser quem ele é! O cara já fez uma porrada de filmes e eu gosto de 90% deles. Ele já trabalhou com tanta gente q até criaram um jogo sobre o fato (Quem não conhece esta história, por favor se informe melhor!)... O cara é bom mesmo! E não decepciona neste filme.
"O Homem sem sombra" mostra um grupo de jovens cientistas, bancados pelo governo dos EUA para fazer experiências secretas. Eles estão tentando encontrar uma fórmula para deixar um homem invisível. O projeto, a princípio só dá certo com animais. Até que Sebastian Caine (Kevin Bacon), o chefão arrogante do grupo, resolve os problemas na fórmula e decide experimentar em si mesmo o produto. Ele fica realmente invisível, mas o problema é fazê-lo voltar ao normal. Ninguém consegue! Enqto fica invisível, Sebastian aproveita para "botas as manguinhas de fora"...
Os efeitos especiais deste filme são os pontos fortes. Vi um documetário onde mostrava todo o trabalho que a equipe teve. O pobre do Kevin foi todo pintado de azul, de preto... Aprontaram com o pobre! Mas o resultado ficou bem realista (na medida do possível, ok?). É um bom filme... Enqto vi no cinema, dei até uns saltos da cadeira com alguns sustos! Mas nada muito grave... Só saí do cinema achando q estava sendo seguida por alguém invisível! *gargalhadas*. Nota: 7.
Melhor frase do filme: "Você não é Deus, Frank. Eu sou." (Sebastian - Kevin Bacon)
O HOMEM SEM SOMBRA (Hollow Man) - 2000 - Gênero: Suspense - Direção: Paul Verhoeven // Kevin Bacon, Elizabeth Shue, Josh Brolin, Kim Dickens, Greg Grunberg, Joey Slotnick, Mary Randle // Fonte da imagem: Google Images.
A ERA DO GELO (ICE AGE):
Fui ver este filme sozinha, despretenciosamente, num cinema aqui perto de casa. No local estavam eu, um bando de crianças e os pais desesperados. O filme era dublado, e eu pensei: "Já vi q não vou ouvir nada com todas estas crianças aqui no cinema...". Mas eu estava totalmente enganada! Eu ouvi sim. Ok, o som do cinema não é muito bom, mas as crianças me deixaram ouvir! Sabe o por quê? Pq o filme é tão legal que prende a atenção de todo mundo!
"A Era do gelo" conta a história de personagens estranhos e diferentes (raças diferentes) que tem que conviver por um tempo, se protegendo dos perigos. Fala de amizade, de preconceito, de mágoas, de traição. Conceitos complexos para serem difundidos num filme infantil. Mesmo assim, estes assuntos foram bem tratados pelos responsáveis pelo filme.
O filme se passa na era glacial. Sid, a preguiça, resolve levar um bebê humano perdido para sua tribo. Para isto, ele tem a ajuda do contrariado mamute Manfred e do traiçoeiro tigre dentes-de-sabre Diego. Além destes personagens, tem o esquilo neurótico, q é uma das coisas mais legais do filme!!! Eles vão construindo uma amizade verdadeira pelo caminho, mesmo com todos os defeitos, neuroses e manias de cada um.
Recomendo este filme não só para as crianças. Os adultos também merecem vê-lo. Divertimento garantido! Nota: 8.
Melhor diálogo do filme: Sid (a preguiça): "Eu pensei que você ia me comer!"
Diego (o tigre): "Eu não como 'junk food'."
A ERA DO GELO (Ice Age) - 2002 - Gênero: Infantil - Direção: Carlos Saldanha e Chris Wedge // Ray Romano, John Leguizamo, Deanis Leary // Fonte da imagem: Google images.