terça-feira, 22 de abril de 2003


LIMITE VERTICAL (VERTICAL LIMIT):
Este também é um daqueles filmes que classifico como "Indiferente". Isso porque tanto faz vê-lo ou não. Não irá te acrescentar nada mesmo. Tem até momentos bons, mas confesso que cochilei em outros. Aquela neve toda me deu um sono...
Annie (Robin Tuney) e Peter Garret (Chris O'Donnel) escalam montanhas com seu pai desde crianças. Até que um dia um acidente numa escalada mata o pai. Os dois irmãos mal se vêem por anos. Annie culpa Peter pelo acidente. A situação fica assim até o dia em que ela fica presa na segunda maior montanha do mundo - K2 - tentando executar um resgate. Peter não perde tempo e, juntamente com uma equipe de doidos, tentar salvar Annie e seus companheiros. Mesmo sem saber se eles estão ou não vivos.
O resto é o básico. Seria meio parecido com Cliffranger (esqueci o nome em português!): aquele filme do Stalonne que ele também é escalador de montanhas. Se tiverem algo melhor pra fazer, nem percam tempo assistindo. Não é lá essas coisas... Aliás, eu queria entender uma coisa... Assim que começou a carreira, o Chris O'Donnel era visto como uma grande promessa como ator. Promessa esta que não vem sendo cumprida, convenhamos. É cada filme que ele arruma! Eu não entendo mesmo! Nota: 6.
Melhor frase do filme: "Cem milhões de espermatozóides e você foi o mais rápido?" (Cyril Bench - Steve Le Marquand)
LIMITE VERTICAL (Vertical Limit) - 2000 - Genero: Acao - Direcao: Martin Campbell // Chris O´Donnel, Robin Tunney, Bill Paxton, Steve Le Marquand.
ABRACADABRA (HOCUS POCUS):

Três irmãs bruxas - Winnie (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary Sanderson (Kathy Najimy) - são condenadas a morte há 300 anos atrás em Salem, Massachussets. Anos depois Max (Omri Katz), um semi-adolescente que mora na mesma cidade, consegue libertá-las de volta para o nosso tempo, por acidente. Elas descobrem uma forma de viver para sempre e vão precisar do menino para isso. A partir daí, o filme vira a maior perseguição das bruxas às crianças da cidade, e principalmente a Max.
O filme é basicamente isso. Não é um filme ruim. É até divertido. Mas não daqueles que, se não for visto, fará falta na vida de qualquer cinéfilo. Se der, vejam. Se não... É indiferente. Nota: 6.
Melhor frase do filme: "Use sal iodado para afastar bruxas, zumbis e ex-namorados." (Allison - Vinessa Shaw)
ABRACADABRA (Hocus Pocus) - 1993 - Gênero: Infantil - Direção: Kenny Ortega // Bette Midler, Sarah Jessica Parker, Kathy Najimy, Omri Katz, Thora Birch, Vinessa Shaw.

domingo, 20 de abril de 2003


CORPO FECHADO (UNBREAKABLE):
Este e o segundo filme de M. Night Shyamalan. Ainda nao tinha comentado sobre ele. Na epoca de seu lancamento a expectativa era tremenda. Afinal, era o segundo filme de Shyamalan, diretor do maravilhoso Sexto Sentido... O filme chegava as telas com uma mega responsabilidade. O que aconteceu entao? Muita gente se decepcionou. Alguns gostaram. Outros gostaram, mas nao se empolgaram muito. Eu me enquadro na segunda categoria.
Obviamente o primeiro filme de Shyamalan e trilhoes de vezes melhor. Mas Corpo Fechado (q nome sem nocao que colocaram na versao brasileira!) nao e ruim - para quem nao foi esperando outro Sexto Sentido. Eu confesso que fui esperando isso sim. Mas na hora H ate gostei. Achei a historia bem interessante e diferente.
David Dunn (Bruce Willis) esta em crise no seu casamento. Ele anda depressivo, nao dorme mais no mesmo quarto que a mulher e nao da atencao ao filho. Por conta disso resolve procurar emprego em outra cidade. Na volta para casa acontece um grande acidente com o trem que o transportava. Todos os passageiros morrem, menos David. Sequer um arranhao ele sofreu.
Este fenomeno desperta a atencao de Elijah Price (Samuel L Jackson), um homem que vive de seu amor pelos quadrinhos e que tem uma doenca rara em seus ossos. Eles se quebram a qualquer movimento mais brusco. Elijah decide encontrar David para falar de sua teoria sobre o acidente: para ele, David e um super-heroi de carne e osso.
Ok, e verdade. Isso tudo parece ser absurdo demais. Eu mesmo dei uma risadinha de desdem quando Elijah menciona sua teoria. Mas a forma que o roteiro foi construido foi tao perfeita que voce acaba acreditando. Tudo sobre a teoria de Elijah acaba fazendo sentido. E o filme nao fica com aquela sensacao de mentiroso demais, como em filmes como Missao Impossivel 2 por exemplo. Aquelas cenas de acao sao dificeis de engolir...
Voce nao ve o Bruce Willis de collant soltando raios supersonicos pelos olhos (gracas a Deus!). Ele e uma pessoa comum que tenta se encontrar. Ele so quer mesmo levar sua vidinha e ser feliz. E precisa entender as coisas que lhe acontecem para se ajustar.
O melhor do filme e realmente o final. Voce fica chocado porque nao espera aquilo. Mas gostaria de tirar o chapeu para Bruce Willis, porque ele nao ficou atras de Samuel L Jackson, que esta otimo como sempre. Afinal ele sabe como "interpretar" homens sem expressao facial. E David Dunn, devido a sua infelicidade constante precisava ter este tipo de expressao mesmo. A gente pode falar qualquer coisa sobre o Bruce Willis, menos que ele nao sabe escolher bem seus papeis. Nota: 7.
Melhor frase do filme: "E dificil para muita gente acreditar que existam coisas extraordinarias dentro delas. Eu espero que voce mantenha sua mente aberta." (Elijah Price -Samuel L Jackson)
Cena mais quicativa do filme: Quando Audrey (Robin Wright Penn) conversa com Elijah (Samuel L Jackson) sobre o inicio do relacionamento dela com David (Bruce Willis). Na epoca, ele era um jogador de futebol americano. Ela nao queria passar a sua vida com alguem que tivesse este tipo de profissao.
CORPO FECHADO (Unbreakable) - 2000 - Genero: Drama - Direcao: M. Night Shyamalan // Bruce Willis, Samuel L. Jackson, Robin Wright Penn, Spencer Treat Clark.
O ILUMINADO (THE SHINING):

Jack Torrance (Jack Nicholson) é um escritor que aceita um trabalho inusitado durante o período do inverno. Ele passará este tempo no hotel Overlook, no Colorado, somente em companhia da sua família. O emprego tem a vantagem de dar tempo suficiente a Jack para escrever, embora ele esteja com bloqueio para isso.
Wendy (Shelley Duvall) e Danny (Danny Lloyd), sua mulher e filho, o acompanham um pouco contrariados. Assim que chegam ao hotel ficam sabendo que este tem fama de mal-assombrado: anos atrás, um funcionário que desempenhava a mesma função que Jack, teve um surto psicótico e matou suas filhas gêmeas e a esposa. Danny é um menino sensitivo. Logo ele começa a ver estas assombrações. Enquanto isso, seu pai começa a ser influenciado por elas. Seu comportamento vai se modificando até que ele se torna um louco assassino, perseguindo sua própria família. Detalhe básico: caiu uma nevasca horrorosa na região do hotel e não há como fugir de lá.
Este é basicamente o roteiro de O Iluminado. Baseado na obra de Stephen King, um dos melhores escritores de terror de nosso tempo, só poderíamos ter um roteiro no mínimo bizarro. E Kubrick construiu uma trama claustrofóbica, como o próprio hotel. Mas o maior destaque é mesmo Jack Nicholson, que parece ter incorporado um assassino enlouquecido. Um dos melhores trabalhos dele, na minha opinião. Pelo menos quando eu o olhava na tela, não me batia a sensação de que o Coringa (de Batman) estava ali. A maioria dos novos filmes de Jack me dão essa sensação.
Ótimo filme para ser visto quando se está sozinho em casa! Qualquer barulhinho faz você pular! *rs*. Nota: 8.
Melhor frase do filme: "Heeeeeeeeeeeere's Johnny!!" (Jack Torrance - Jack Nicholson)
O ILUMINADO (The Shining) - 1980 - Gênero: Thriller - Direção: Stanley Kubrick // Jack Nicholson, Shelley Duvall, Danny Lloyd.

CADÊ A GRANA? (WHERE THE MONEY IS):
Sinceramente, não gostei. A idéia inicial é boa, mas o desenvolvimento.... Não sei. Acho que nem foi culpa dos atores. É o roteiro mesmo que é ruim. Fazer o quê? Ainda bem que eu não fui ao cinema nem aluguei o vídeo. Vi mesmo na HBO.
A parte boa do roteiro é: Henry Manning (Paul Newman) é um criminoso que está preso. Ele finge ter ficado paralizado durante um derrame para ser enviado a um hospital. Desta forma, fica mais fácil para Henry fugir. Mas ele cai nas mãos da desconfiada enfermeira Carol MacKay (Linda Fiorentino), que tem certeza de que ele está fingindo. A moça é casada com seu namoradinho do colegial Wayne MacKay (Dermot Mulroney) e leva uma vidinha comum mais feliz. Quando Henry é enviado para seu hospital, Carol faz de tudo para provar que ele está fingindo.
Agora a parte ruim... Quando vê que realmente Henry está fingindo, ela não só compactua com seu plano de fuga (do nada) quanto vira sua cúmplice em um novo assalto (???). Ela dá uma virada da água pro vinho muito estranha. Talvez pelo fato de levar aquela vidinha monótona, talvez por precisar de mais emoção... A partir daí, recomendo que todos desliguem a TV e imaginem seus próprios finais para o filme. Ou então vão ler um livro. Assim não se perde tempo com tamanha besteira! Nota: 3.
Melhor frase do filme: ??
CADÊ A GRANA? (Where the money is) - 2000 - Gênero: Drama - Direção: Marek Kanievska // Paul Newman, Linda Fiorentino, Dermot Mulroney.
SCOOBY-DOO (SCOOBY DOO):

Depois de tanto aguardarmos, a versão em carne e osso (ou quase) de Scooby-Doo chegou às telas. A campanha de marketing foi bem interessante, com trailers legais sobre a nova aventura de Scooby e seus amigos. Não sei como foi nos EUA, mas aqui até que eles foram discretos. Até parecia não levavam tanta fé!
Scooby-Doo é um filme legalzinho. Poderia ter sido melhor, mas os personagens de desenho animado ainda não atingiram a "redenção" dos personagens de quadrinhos nas telas de cinema. Quem sabe um dia... Mas Scooby não vai desagradar. Principalmente as crianças. O alvo maior do filme são elas mesmo. Claro que os marmanjos que cresceram vendo o desenho vão gostar, mas eles irão estranhar muita coisa, mudadas em favor deste público infantil.
O roteiro é o mesmo dos desenhos: a turma da Mistério S/A, a bordo de sua Máquina Mistério (show de bola!), é sempre chamada para resolver alguma questão envolvendo o sobrenatural. Mas o filme começa com uma grande briga entre os amigos. Welma (Linda Cardellini - que está igualzinha a personagem!!!) está cansada de ver suas idéias serem creditadas a Fred (Freddie Prinze Jr). Este está se tornando cada vez mais "estrela" e egocêntrico. E Daphne (Sarah Michelle Gellar) está cansada de ser sempre a mocinha em perigo e indefesa. Os três brigam feio e se separam, deixando para trás Salsicha (Matthew Lillard) e Scooby-Doo (feito por computação gráfica). Dois anos depois, a turma é chamada para resolver um mistério num parque temático. A Ilha do Espanto está causando um efeito muito estranho em seus frequentadores, que voltam para casa com comportamento muito diferente. A turma não sabe que todos foram convocados para resolver o mistério. No princípio resolvem trabalhar sozinhos. Mas isto não dura muito tempo.
O filme, como falei anteriormente, é mais para crianças. Mas eu gostei. Menos do final. Mas é um bom filme para divertir aquele bando de primos e sobrinhos que surgem em sua casa nos fins de semana. Nota: 6.
Melhor diálogo do filme: "Por que vc se importa com isso? Vc bebe água do vaso sanitário!!" (Salsicha - Mathew Lillard)
"Vc também!" (Scooby Doo) - *ECA!!!!!!*
SCOOBY-DOO (Scooby-Doo) - 2002 - Gênero: Comédia - Direção: Raja Gosnell // Freddie Prinze Jr, Sarah Michelle Gellar, Matthew Lillard, Linda Cardellini, Rowan Atkinson.

segunda-feira, 14 de abril de 2003


SINAIS (SIGNS):
M. Night Shyamalan é um diretor muito sinistro. Não diria que ele é sinistro no "estilo Hitchcock", embora tenha a mesma mania de Hitch de fazer pontas em seus próprios filmes. Ele tem seu próprio estilo de sinistrice. De seus três filmes produzidos, podemos notar algumas semelhanças. Elas são bem poucas, é verdade, mas definitivas para moldar seu estilo. Sinais é o filme mais fraquinho da trilogia Shyamalan. Mas isto não quer dizer que é ruim. Não é. Lá está o mesmo clima claustrofóbico de seus filmes anteriores. Como se o espectador tivesse preso no mistério junto com os personagens. Só não chega a ser tão assustador do que foi em Sexto Sentido. Lá também estão seus personagens sempre envoltos em grandes questões chave em suas vidas pessoais. Problemas estes que lhe causam toda a infelicidade que movem os filmes. Acho que as características citadas acima revelam aquele que chamei de "Estilo Shyamalan" de se fazer filmes.
Em Sinais, acompanhamos a vida de Graham Hess (Mel Gibson). Ele era o reverendo em sua cidadezinha rural no meio da Pensilvânia. Mas após um acidente fatal, que levou sua mulher, ele perdeu a fé no "plano superior". Embora todos ainda o procurem, atrás de cura espiritual, Grahan não acredita mais nestas coisas. Além dele, temos sua família tão problemática quanto ele. Bo (Abigail Breslin), sua filha caçula que tem mania de espalhar copos d'água pela casa. Morgan (Rory Culkin), que sentiu muito a morte da mãe, tenta manter a família. É uma espécie de suporte da casa. Ele tem asma, by the way (E isto é importante para o filme!). E por último há Merril (Joaquim Phoenix), o irmão de Grahan, infeliz por ter afundado sua carreira promissora como jogador de baseball.
Neste "ninho de felicidade", um belo dia as crianças acham estranhos símbolos desenhados na plantação de forma sobrenatural. E isto aconteceu em várias partes do mundo. Enquanto não se descobrem as origens de tais símbolos, a população mundial entra em parafuso.
Acho que é bom parar de contar o filme por aqui e deixar todos tirarem suas conclusões. Senão perde a graça. Mas o elemento principal deste filme é a fé. Sinais é um filme sobre fé. E sinceramente, a mensagem foi superpositiva. Estamos precisando um pouco mais disto no mundo mesmo. Nota: 6.
Melhor frase do filme: "Tem um monstro do lado de fora do meu quarto, posso pegar um copo d'água?" (Bo - Abigail Breslin)
SINAIS (Signs) - 2002 - Gênero: Thriller de ficção - Direção: M. Night Shyamalan // Mel Gibson, Joaquim Phoenix, M. Night Shyamalan, Abigail Breslin, Rory Culkin.
REBELDES (FOXFIRE):

Vou confessar uma coisa: só tomei coragem de assistir este filme porque a Angelina Jolie trabalhava. Eu gosto muito dos filmes dela. Neste, ela está em início de carreira. Se não fosse por isso nem me esforçaria muito. Passou no Supercine, num destes fins de semana em que eu acabei ficando em casa de bobeira.
A história até tinha potencial: um bando de garotas formam uma espécie de time que combate algumas atitudes ruins que algumas pessoas (em sua maioria homens) tomam contra elas. É uma espécie de lição para que as meninas aprendam que podem se defender sozinhas de tarados, pais e namorados abusivos, etc.
Algumas meninas sofreram assédio sexual de um professor. É a partir daí que o bando se junta para fazer justiça de seu próprio jeito. Elas são lideradas por Margret 'Legs' Sadovsky (Angelina Jolie), recém chegada ao colégio e com comportamento meio "esquisito" para o pessoal da cidadezinha.
É um filme feminista para adolescentes. Fala de amizade, de lutar pelo que se quer e não deixar de ser vc mesmo... Todos os clichês de "filme para dar lição de moral nos jovens" estão lá... Só que o final vira uma confusão meio sem sentido... Além disso o filme ainda caiu naquele velho chavão machista de que mulher feminista é lésbica. Ridículo! E mais uma vez, a Angelina Jolie faz o papel dela mesma, sendo a rebelde do bando. Nota: 6 (só porque eu me amarro em filme pró-feminismo e por causa da Angelina)
Melhor frase do filme: Nenhuma marcante.
REBELDES (Foxfire) - 1996 - Gênero: Drama - Direção: Annette Haywood-Carter // Angelina Jolie, Hedy Burress, Jenny Lewis, Jenny Shimizu, Sarah Rosenberg.

domingo, 13 de abril de 2003


AUSTIN POWERS EM O HOMEM DO MEMBRO DE OURO (AUSTINS POWERS IN GOLDMEMBER):
Terceiro filme da série Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro é engraçado, mas não chega a ser tão bom quanto os primeiros filmes. Não que ele seja ruim. É legal e divertido. Mas os primeiros filmes são os melhores da série, que não parece ter chegado ao fim: o final deste dá margem a outra continuação.
Depois de muita confusão, Mike Myers e sua equipe conseguiram que seu novo filme do espião inglês Austin Powers entrasse em cartaz com o nome escolhido por eles. Mas quase não conseguiram. Austin Powers é uma sátira ao também espião inglês James Bond e o "Goldmember" do filme é uma referência direta ao "Goldeneye" do segundo.
Mais uma vez Dr. Evil (Mike Myers) e Mini Me (Verne Troyer) planejam dominar o mundo. Para isso, contam com a ajuda do esquisitíssimo holandês Goldmember (Mike Myers tb!), além de sua antiga equipe de vilões e Scott Evil (Seth Green), filho de Dr Evil - muito mais próximo do pai neste filme. Tanto que nasce um atrito entre ele e Mini Me. Os bandidos sequestram o pai sempre ausente de Austin, Nigel Powers (Michael Caine), também espião. Para vencer os vilões, Austin conta com sua mais nova bondgirl, quer dizer, sua mais nova "austingirl", Foxxy Cleopatra (Beyoncé Knowles), viajando até os anos 70 para descobrir as origens de Goldmember.
Não vou entrar em maiores detalhes... É um filme muito divertido como os anteriores - mas não tão bom quanto eles. Mike Myers sabe muito bem divertir seu público. Embora grande parte das piadas sejam "internas" (só americanos ou ingleses entendem) o filme não perde sua graça. E desta vez até se passam alguns conflitos psicológicos entre os personagens! Vale a pena assistir, prinicpalmente se vc já viu o primeiro e o segundo filme da série. Nota: 7
Melhor frase do filme: falando para Britney Spears, na abertura do filme: "Oops! I did it again, baby!" (Austin Powers - Mike Myers)
Melhor cena do filme: A abertura, com a participação de grandes nomes como Steven Spielberg, Tom Cruise, Britney Spears e Gwyneth Paltrow, Danny De Vito e a tradicional música de Quincy Jones, Soul Bossa Nova, que sempre embala as aberturas da série.
AUSTIN POWERS EM O HOMEM DO MEBRO DE OURO (Austin Powers in Goldmember) - 2002 - Gênero: Comédia - Diretor: Jay Roach // Mike Myers, Beyoncé Knowles, Seth Green, Michael York, Robert Wagner, Mindy Sterling, Verne Troyer, Michael Caine, Fred Savage, Tom Cruise, Gwynwth Paltrow, Steven Spielberg, Britney Spears, Danny De Vito.
A CELA (THE CELL):

A idéia de A Cela não é ruim. Mas a realização não foi das melhores. O filme tem uma direção de arte, fotografia, figurino, maquiagem e efeitos especiais excelente. Mas nada disso adianta se a história degringola nesse meio tempo. Além do mais, quem é que acredita no Vince Vaughn fazendo papel de bonzinho? Nem o suposto "clima romântico" com Jennifer Lopez teve efeito!
Catherine Deane (Jennifer Lopez) é uma psicoterapeuta que, juntamente com sua equipe, desenvolve um novo tipo de terapia. Catherine entra na mente do paciente, através de um sofisticado aparelho, e tenta cura-los a partir daí. Ao mesmo tempo, o agente do FBI Peter Novak (Vince Vaughn) está na captura do serial killer Carl Rudolph (Vincent D´Onnofrio). Este costuma prender suas vítimas em uma espécie de gaiola de vidro por 20h. Após este período, a gaiola vai enchendo d´água e a vítima morre afogada. Acontece que Peter consegue prender Carl. Mas o vilão entra em coma e não se tem como saber a localização de sua mais nova vítima. O FBI então entra em contato com os psicoterapeutas da equipe de Catherine para desvendar o mistério.
O mais legal de A Cela realmente são os cenários e o figurino. As cenas onde Jennifer Lopez entra na mente de seus pacientes tem cenários dignos de pintores surrealistas (meus favoritos). O mérito do filme está todo neste espetáculo de cenários e roupas impressionantes. Mas a história vai ficando cansativa. É como se a gente estivesse mesmo assistindo ao filme por 20 horas seguidas, como se fôssemos o refém do tal serial killer. Cansa pq parece ser longo demais. Mas não é. E com as fracas interpretações de seus atores principais, o filme perde total credibilidade... Aí todo um trabalho maravilhoso de construção do filme se perde. Infelizmente...
Talvez daqui a alguns anos façam o remake de A Cela. E quem sabe assim ele não fica mais legal? Nota: 6
Melhor coisa do filme: O figurino da Jennifer Lopez!!!! Nota 10!
A CELA (The Cell) - 2000 - Gênero: Ficção - Diretor: Tarsem Singh // Jennifer Lopez, Vincent D'Onnofrio, Vince Vaughn.