domingo, 11 de dezembro de 2005

GAROTAS MALVADAS (MEAN GIRLS):
Cady Heron (Lindsay Lohan) nunca freqüentou uma escola. Ela morava com seus pais biólogos na África e estes eram seus professores. Quando a família retorna para os Estados Unidos, eles decidem que está na hora da filha socializar com pessoas de sua idade e a encaminham para uma típica high school norte-americana. Quando as aulas começam, Cady percebe que a vida no secundário não vai ser fácil. Ela é vista como uma estranha, é CDF e faz amizade com os "diferentes" do colégio. Até que um dia, o trio de garotas mais populares da escola começa a falar com Cady e um novo mundo parece se abrir para ela. Regina George (Rachel McAdams), a líder do grupo, é odiada por Janis (Lizzy Caplan), amiga de Cady. Tudo por conta de umas intrigas criadas sobre sua sexualidade. Então Janis convence Cady a fingir ser amiga do trio para descobrir seus segredos e armar uma vingança.
Eu sei que já passei da idade de ver filmes sobre high school. Mas eu não resisto... A maioria deles é sempre igual: uma moça boazinha (ou cara bonzinho) é sacaneada pelo grupo popular do colégio e depois prova o quanto eles são maus. E ainda leva o mais bonito deles a se redimir das maldades e acaba tudo em namoro.
Mas Garotas Malvadas não é bem assim. Finalmente um filme sobre populares X gente comum com um pouquinho de inteligência. Neste filme, os bonzinhos não são tão bonzinhos assim. E ele mostra que, dependendo da perspectiva, eles também podem ser incluídos na categoria vilã. Só precisam da oportunidade para serem populares. O diferencial deste é mostrar que a vingança pode transformar a todos em iguais. É um filme legal para aqueles que gostam do tema high school ou que estão de bobeira esperando a "Sessão da tarde" começar. Nota: 7.
Melhor citação do filme: "Metade das pessoas nesta sala está com raiva de mim e a outra metade só gosta de mim porque pensam que eu empurrei alguém na frente de um ônibus. Isso não é legal." (Cady Heron - Lindsay Lohan)
GAROTAS MALVADAS (Mean girls) - 2004 - Gênero: Comédia - Direção: Mark Waters // Linsay Lohan, Rachel McAdams, Tina Fey, Tim Meadows, Amy Poehler, Ana Gasteyer, Lacey Chabert, Amanda Seyfried, Jonathan Bennet, Lizzy Caplan // Fonte da Imagem: IMDB.
O CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS (SHI MIAN MAI FU):
Na China, durante a Dinastia Tang, um grupo se opõe ao seu reinado. Ele é conhecido como o "Clã das Adagas Voadoras". A polícia deseja investigar o grupo. Para isso, o policial Leo (Andy Lao) envia o policial Jin (Takeshi Kaneshiro) para investigar uma moça que pode ter ligações com o clã. Mei (Ziyi Zhang) é bailarina em uma "casa de diversões". O que chama a atenção dos freqüentadores é que a moça é conhecida por ser cega. Leo prende Mei, mas tudo faz parte de um plano para que Jin a liberte, conquiste sua confiança e chegue até o clã. Acontece que Jin e Mei se apaixonam. É uma história cheia de reviravoltas.
Assim como o filme que falei anteriormente - Herói - O Clã das Adagas Voadoras também é lindo visualmente. Os cenários e as coreografias são tão perfeitos quanto o outro. Não dá pra não comparar os dois. Afirnal, o diretor é o mesmo. Meu preferido ainda é Herói, por uma questão de roteiro. Quando comecei a ver O Clã das Adagas Voadoras imaginei que seria um filme sobre a luta contra um governo. Mas é um filme de amor. Me decepcionei um pouco com isso. Mas, O Clã tem seus méritos também.
Mais um filme oriental que me atrai. Além do próprio filme, preciso dizer que cada vez mais me torno fã da Ziyi Zhang. Ela está se tormando um dos motivos para eu ir até o cinema e comprar um ingresso. Desde que a vi em O Tigre e o Dragão detonando um bar inteirinho, achei que ela tinha futuro! E o que é ela fazendo aquela dança com tambores e cantando que "com um olhar ela derruba um reinado"? A Zhang derruba sim! Nota: 7.
Melhor citação do filme: "Eu sacrifiquei três anos por você. Como você pode ama-lo depois de apenas três dias?" (Leo - Andy Lau)
O CLÃ DAS ADAGAS VOADORAS (Shi mian mai fu) - 2004 - Gênero: Aventura - Direção: Yimou Zhang // Ziyi Zhang, Takeshi Kaneshiro, Andy Lau, Dandan Song // Fonte da Imagem: IMDB.
EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA (FINDING NEVERLAND):
Só tenho uma palavra para descrever Em busca da Terra do Nunca: encantador! Não, tudo bem... Duas: Encantador e Emocionante. Há muito tempo não me emocionava tanto com um filme. E foram vários fatores que contribuíram para tal. Além de ser muito bem dirigido, com atores competentes e um roteiro de emocionar até os mais durões, para mim este filme é mais especial ainda. Peter Pan sempre foi meu personagem infantil favorito.
Eu achava a Cinderela uma idiota, a Branca de Neve uma burra, a Bela Adormecida uma patetona... Nunca me identifiquei com nenhum personagem feminino de conto de fadas. Mas o Peter Pan era demais!!!! Ele podia voar, vivia diversas aventuras, estava sempre de bom humor!!! Até hoje vejo todos os filmes que tem ele como tema. Inclusive aquele do Robin Willians que todo mundo detesta e eu achei legalzinho. Eu conheço muito do personagem, mas nada do seu autor. Quer dizer, não conhecia.
Em busca da Terra do Nunca é a biografia de James Mathew Barrie (Johnny Depp), seu autor. Tudo bem que ela é uma biografia fantasiada, mas é. Sir J.M Barrie, era um dramaturgo inglês de sucesso. Mas, perdeu sua inspiração do nada. Um dia, em um parque ele conhece a viúva Sylvia Llewelyn Davies (Kate Winslet) e seus filhos. Com o tempo e brincando com as crianças, Sir Barrie consegue recuperar a inspiração e escreve seu clássico baseado nas experiências da família. Mas a sociedade não vê com bons olhos esta relação. Há rumores de um caso de Sir Barrie com a viúva Davies e até mesmo uma menção sutil sobre pedofilia. No começo, ninguém acreditava muito na peça sobre um menino que não quer crescer. Hoje em dia é um clássico. Assim como esse filme, para mim. Chorei igual criança... Nota: 9.
Melhor diálogo do filme (trailer): - Você pode visitar a Terra do Nunca a hora que quiser. (J.M.Barrie - Johnny Depp)

- Como? (Peter Llewelyn Davies - Freddie Highmore)

- Acreditando, Peter. Apenas acredite. (J.M. Barrie) .

EM BUSCA DA TERRA DO NUNCA (Finding Neverland) - 2004 - Gênero: Drama - Direção: Marc Forster // Johnny Depp, Kate Winslet, Julie Christie, Radha Mitchell, Dustin Hoffman, Freddie Highmore // Fonte da Imagem: IMDB.
HERÓI (YING XIONG):
Ando me encantando ultimamente com os filmes orientais. Quanto mais eu assisto, mas me apaixono. Claro que não consigo me conformar com aquela história de colocar os guerreiros para lutar voando por aí. Desculpem! Devo ser insensível ou, na minha santa ignorância, ainda não captei o "pra quê" daquilo. Tudo bem! Um dia eu aprendo. Mas o fato é que já não tenho preconceitos com os filmes vindo do Oriente. Este fim de semana, por exemplo, peguei dois filmes dessa espécie.
Estou encantada com Herói. Amei praticamente tudo! Passei um tempão olhando aquele espetáculo coreográfico e de cores, completamente maravilhada. Acho que o cinema oriental está aí para mudar a nossa visão tão formatada para o "estilo Hollywoodiano" de ser.
Há muitos e muitos anos atrás, o território conhecido atualmente como China, é dividido em seis grandes regiões. O rei de Qin (Daoming Chen) quer uni-las em um só pais. Para isso, precisa livrar-se de seus inimigos: Sky (Donnie Yen), Broken Sword (Tony Leung) e Flying Snow (Maggie Cheung). Para isso, ele se convoca um guerreiro que não tem nome (Jet Li). Este é convidado a comparacer no palácio do Rei de Qin para comtar como exterminou os inimigos.
A coisa mais linda deste filme, na minha opinião é o uso de cores para diferenciar cada história contada. São cores vibrantes, que te transporta para o que é contado e não confunde, mesmo que os personagens sejam os mesmos. E as coreografias das lutas também são perfeitas. Amei! A cena final do Guerreiro Sem Nome é emocionante. Enfim... Diversão e encantamento! Nota: 9.
Melhor citação do filme: "A espada é a única resposta?" (Broken Sword - Tony Leung)
HERÓI (Ying Xiong) - 2002 - Gênero: Aventura - Direção: Yimou Zhang // Jet Li, Tony Leung, Maggie Cheung, Ziyi Zhang, Donnie Yen, Daoming Chen // Fonte da Imagem: IMDB.
JOGOS MORTAIS (SAW ):
Adam (Leigh Whannell) e o dr. Lawrence Gordon (Cary Elwes) acordam trancados e algemados a canos em um lugar sujo e escuro, que mais parece um banheiro público. Junto a eles, um corpo. Ambos não tem noção de como foram parar ali. E em pouco tempo descobrem que estão participando de um "joguinho" de um serial killer, que os trancou em seu esconderijo. O assassino quer que ambos participem de uma brincadeira, onde um deles vai morrer. O serial killer quer com isso, que os dois aprendam a dar mais valor a vida. A polícia está na procura, mas o assassino tem uma peculiaridade: na verdade, ele sugere que as vítimas façam sacrifícios para se salvar. Eles próprios são quem se mutilam ou se matam. Enquanto tortura Adam e o dr. Lawrence, o serial ainda seqüestrou a família deste último.
Após ter me decepcionado muito com o filme de terror/suspense O Chamado, sempre fico de pé atrás quando alguém me indica um filme considerado "o mais assustador (ou tenso) que já viu". No citado acima, eu sequer dei um pulinho na cadeira de medo. Quase cochilei na sala de cinema. Então resolvi que não ia ver Jogos Mortais no cinema. Mas peguei recentemente na locadora e me arrependi de não ter ido. Fiquei realmente tensa porque adoro um bom terror psicológico. E este filme é assim. O roteiro é bem construído e eu não desconfiei nem de longe de quem era o assassino. E eu duvido muito que alguém teria desconfiado. Aliás, um dos autores do roteiro é um dos atores principais do filme: Leigh Whannell, que interpreta Adam.
Jogos Mortais é um ótimo filme para aqueles que gostam de terror psicológico e de ficar tensos ao assistir um filme. Eu gosto disso. E recomendo! Nota: 8.
Melhor citação do filme: "A maioria das pessoas são tão ingratas por estarem vivas, mas você não. Não mais... Fim de jogo! (o serial killer)
JOGOS MORTAIS (Saw) - 2004 - Gênero: Suspense - Direção: James Wan // Leigh Whanell, Cary Elwes, Danny Glover // Fonte da Imagem: Adoro Cinema.
SHREK 2 (SHREK 2 ):
As seqüências de filmes são uma coisa muito polêmica. Muitas são piores do que o origina e muito poucas são melhores. Shrek 2 está no mesmo patamar de qualidade do primeiro filme, mas eu ainda prefiro a primeira. A história desta fica um pouco cansativa, pois existe muita conversa sobre a relação.
Na segunda parte, o ogro Shrek (Mike Myers) está casado com a Princesa Fiona (Cameron Diaz) e está em lua-de-mel. Quando volta para casa recebe um convite de seus sogros, o rei e a rainha de "Far, Far Away" (John Cleese e Julie Andrews) para visitá-los. Ele não quer ir, mas é praticamente obrigado por Fiona. A terra de "Far, Far Away" é uma Hollywood estilizada. Algo misturado à Disneylândia. Chegando no reino dos sogros tudo começa a degringolar. Eles não sabiam que a filha tinha casado com um ogro e isto causa problemas. O contrangimento é enorme e Shrek e Fiona não páram de brigar. Isto alimenta o sonho do pai da princesa de separá-los. E também do Príncipe Encantado (Rupert Everett), que sempre sonhou em se casar com Fiona.
A história é cheia de reviravoltas e é muito mais voltada para o amor do que para as ironias e escrachos do primeiro filme. Por isso que acho que perde um pouco do charme. Mesmo assim, é um filme interessante. Nota: 7.
Melhor citação do filme: "Desculpe. O papel de animal falante e chato já foi preenchido" (Burro - Eddie Murphy - para o Gato de Botas - Antonio Banderas)
SHREK 2 (Shrek 2) - 2004 - Gênero: Animação - Direção: Andrew Adamson & Kelly Asbury // Vozes: Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy, Antônio Banderas, Julie Andrews, John Cleese, Rupert Everett, Jennifer Saunders // Fonte da Imagem: IMDB.

sábado, 26 de novembro de 2005

HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO (HARRY POTTER AND THE GOBLET OF FIRE):
Se você é um fã alucinado de Harry Potter vai entender minhas palavras. Nada causa mais ansiedade do que saber que o filme vai estrear no próximo fim de semana. Você fica louco, nervoso e quer comprar o ingresso pras primeiras sessões. Mesmo sabendo que vai enfrentar filas quilométricas para assistir e que provavelmente só vai conseguir lugar na primeira fila do cinema (o que, para mim, é horrível). E quando o filme que você vai ver é o do seu livro preferido? As coisas só pioram!!! Pois é... Este é o meu caso. Além de fã alucinada, Harry Potter e o Cálice de Fogo é meu livro favorito! Passei quase uma semana na maior ansiedade e num medo horrível! Medo de me decepcionar com a adaptação. Mas não! Amei! O filme ficou quase perfeito (e me perdoem aqueles que preferem Prisioneiro de Azkaban).
A minha sessão foi uma loucura! Fila enorme, atraso, gritaria, gente usando camiseta do filme, adolescentes histéricas... Mas eu já esperava essa loucura toda. Harry Potter é uma das coisas mais "Ame-o ou deixe-o" do mundo. Quem gosta, ama. Quem não gosta, odeia. Não existe meio termo. O único problema foi o grupo de adolescentes que sentou atrás de mim. Elas passaram a sessão inteira conversando. E não só falavam besteira, mas contavam o que ia acontecer nas cenas. Na boa: eu li o livro... Mas incomodava! Ninguém merece! Tava dando vontade de jogar o assento da cadeira nelas...
Mas vamos ao filme... Claro que o diretor não pode transpor tudo do livro. Era de se esperar. Mas eles escolheram cenas importantes. Gostei muito do filme, da visão do diretor e dos atores, que estão cada vez mais adaptados aos papéis. É engraçado ver eles crescendo na nossa frente. E dessa vez, até aqueles problemas adolescentes sobre o amor estão em pauta. Legal!
Confesso que gostaria de ter visto mais um pouco da Copa do Mundo de Quadribol. E estranhei muito o corte brusco que aconteceu durante a cena do Baile em Hogwarts. Parecia até quando a gente escutava LP e ele pulava (sim, eu sou velha assim!). Foi brusco demais ficou feio. Mas fora esse erro de montagem, amei! Chorei, gritei, ri... Meu lado fã ficou satisfeito.
Acabei nem falando do enredo do filme. Em seu quarto ano em Hogwarts, Harry (Daniel Radcliffe) começa a ter pesadelos onde vê as ações de Voldemort (Ralph Fiennes desfigurado - medo, mãe!!!). Os seguidores deste aprontam uma grande confusão na Copa do Mundo de Quadribol. Mas a ação deixa claro que "aquele que não se deve mencionar" está de volta. No colégio, Harry acaba participando de uma competição perigosíssima - o Torneio Tribuxo. Seu nome foi sorteado pelo Cálice de fogo, mesmo não tendo sido ele quem colocou o papel lá dentro. Harry vai enfrentar um desafio enorme e vai encarar a morte de perto mais uma vez. Mas agora, face a face com o inimigo real. Nota: 9.
Melhor citação do filme: "Não vire as costas para mim, Harry Potter! Eu quero ver seu rosto quanto te matar. Eu quero ver a luz deixando seus olhos!" (Voldemort - Ralph Fiennes)
HARRY POTTER E O CÁLICE DE FOGO (Harry Potter and the goblet of fire) - 2005 - Gênero: Aventura - Direção: Mike Newell // Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Ralph Fiennes // Fonte da Imagem: Adoro Cinema.

terça-feira, 22 de novembro de 2005

MAR ABERTO (OPEN WATER):
Esqueçam tudo o que vocês viram e ouviram falar sobre filmes assustadores. Esse negócio de gatos que pulam ao som estridente de música ou um maníaco serial killer correndo atrás de jovens bonitos é conversa fiada. Nada como um terror psicológico para me deixar apavaroda! Infelizmente eu não fui assistir Mar aberto no cimena!!! Mas acho que quem foi, deve ter tido uma experiência única.
O filme começa como se fosse mais um sobre amor. Um casal que vive estressado com o trabalho resolve tirar férias de tudo. Vão para um lugar paradisíaco para descansar e fazer aulas de mergulho. Eles pegam um barco com mais alguns casais e vão se aventurar nos confins do oceano. Acontece que um erro dos instrutores deixa os dois no meio do mar. Com eles, somente água, o equipamento e uns "delicados" tubarõeszinhos. Nem preciso dizer que é muito sinistro.
Eu vi na pequena tela de uma TV 15 polegadas e fiquei muito, muito nervosa. O filme parecia que não ia acabar. Era mar e tubarão o tempo todo. E aquela sensação horrível de impotência. O desespero se abatendo sob o casal, que chega até a discutir a relação uma hora. Eu já sou uma pessoa que tem um medo respeitoso do mar. Imagina vendo esse filme? É claustrofóbico e desesperador. É de apavorar, na minha humilde opinião. Se você se colocar na pele dos dois, é claro. Sensacional!! Nota: 9.
Melhor citação do filme: "Ai, Meu Deus Alguma coisa encostou no meu pé!! (Susan - Blanchard Ryan). *medo medo medo*
MAR ABERTO (Open water) - 2003 - Gênero: Suspense - Direção: Chris Kentis // Blanchard Ryan, Daniel Travis // Fonte da Imagem: IMDB.
COM A BOLA TODA (DODGEBALL - A TRUE UNDERDOG HISTORY):
Gosto muito dos filmes do Ben Stiller. Morri de rir com Zoolander e com Quem vai ficar com Mary, por exemplo. Mas esse eu achei bem chatinho. Não sei se é por que não sabia muito sobre o jogo em que ele e o Vince Vaughn competiam. Me disseram que é Queimado, mas é um pouco diferente. Mesmo assim não achei lá esse carnaval todo. Fiquei decepcionada.
Nem vou escrever muito porque não recomendo. Nem mesmo para uma "sessão da tarde", onde não se tem o que fazer. É melhor ir ler um livro.
Com a bola toda conta a história de duas academias que competem para conquistar clientes o tempo todo. Uma delas, a de Peter La Fleur (Vince Vaughn) é pequena e pobre. Já a de White Goodman (Ben Stiller) é uma daquelas enormes, que tem franquias. Ambas entram em uma competição de Dodgeball (queimado?) para ver quem é a melhor. O time de Peter precisa vencer para manter a academia aberta. O filme mostra o campeonato e as trapaças do time de White Goodman para vencer. Nada de especial.
Nota: 3.
Melhor diálogo do filme: - Manhã ruim chefe? (Dwight - Chris Williams)

- Elas geralmente vem seguidas de uma boa noite, Dwight. (Peter La Fleur - Vince Vaughn)
COM A BOLA TODA (Dodgeball - A true underdog history) - 2004 - Gênero: Comédia - Direção: Rawson Marshall Turber // Ben Stiller, Vince Vaughn, Christine Taylor, Rip Torn, Hank Azaria, Chuck Norris, William Shatner, Chris Williams // Fonte da Imagem: IMDB.
DESTINO INSÓLITO (SWEPT AWAY):
Antes de começar a escrever este texto, gostaria de deixar bem claro que sou fã da Madonna desde que tinha sete anos de idade. Essa mulher é demais!!! Poderosa! Mas antes que alguém desista de ler neste ponto, só porque elogiei o "mito Madonna", devo esclarecer que sou uma fã esclarecida. Não sou uma radical xiita. Sei muito bem que o alcance vocal da "minha 'ídola' maior" não é lá essas coisas. E tenho completa noção que pior do que isso é sua interpretação no cinema. Pelo amor de Deus!!!! Eu amo Madonna muito mais pelo que ela representa. Mas adoooooooooooooro pular e cantar nas pistas de dança com sua música! Deixando isso claro, vamos ao que interessa.
Quando soube que Madonna e seu respectivo cônjuge iam fazer uma refilmagem fiquei atenta. Eu gosto dos filmes do Guy Ritchie. Ele tem um quê de Tarantino. Mas fiquei com meu pezinho atrás porque conheço bem os dotes teatrais da mulher dele. Tudo bem que eu gosto de Dick Tracy, Uma equipe muito especial e Evita. E morro de rir com Quem é essa garota?, embora saiba que é uma porcaria. Mas pior do que Surpresas em Shangai não existe. Então, pensei: "Acho que vou esperar pra ver se alguém me diz que é bom". Acontece que o mundo inteiro me disse que era uma porcaria. Então decidi que não ia gastar meu pouco dinheirinho no ingresso desse filme.
E não é que anos depois de ser lançado no cinema ele passou na Globo? Como não contribuí financeiramente com nada resolvi assistir. E o meu veredicto é: "PQP! Que *#$&*%#* é essa!"
As pessoas não exageram quando me disseram que era ruim. Ruim é pouco! É muito, muito ruim. Chega a ser risível. Pelo amor de Deus! Guy Ritchie está com o filme queimado, por mim... Espero que ele se redima logo!
Madonna é Amber Leighton, uma mulher rica, esnobe e insuportável que vai fazer um cruzeiro com seu marido e amigos pela Grécia. Ela vive enchendo o saco da equipe do barco e tira um dos marinheiros do sério várias vezes (Giuseppe - Adriano Giannini). Os dois quase caem na porrada! Um dia, Amber resolve que quer passear de bote. Giuseppe é o escolhido para levá-la, mesmo sem vontade. Acontece um acidente e ambos vão parar em uma ilha deserta. A partir daí, Amber sofre na mão de Giuseppe. Ele "domestica" a mulher. Depois, o filme descamba para o musical e o romance escrachado e fica mais chaaaaaaaaaaaaato ainda. Só tenho uma coisa de positiva para falar do filme: o final é maneiro!
Ainda bem que Madonna não leva sua carreira cinematográfica tão à sério... Senão seria frustração total... Putz!
Nota: 3.
Melhor diálogo do filme: Nem tem.
Pior cena do filme: O que era aquele musical?
DESTINO INSÓLITO (Swept away) - 2002 - Gênero: Romance - Direção: Guy Ritchie // Madonna, Adriano Giannini, Bruce Greenwood // Fonte da Imagem: IMDB.