sábado, 15 de dezembro de 2007

OS INFILTRADOS (THE DEPARTED):
Finalmente, depois de uma longa carreira de sucessos - com filmes que marcaram a história do cinema - a Academia fez jus ao trabalho do diretor Martin Scorsese com um Oscar. Vamos esquecer a injustiça de anos e pensar que até que enfim!!!! Faz de conta que este Oscar representa todos os outros que ele mereceu ganhar.

O irônico é que Scorsese ganhou o Oscar com um filme que retrata uma das coisas que ele mais sabe e gosta de falar: a máfia, o crime organizado, a corrupção. Os infiltrados fala sobre tudo isso.

Ele mostra a história de dois jovens policiais. Billy Costigan (Leonardo Di Capprio) se infiltra na gangue de Frank Costello (Jack Nicholson), um mafioso da era moderna. Costigan precisa conquistar a confiança do chefão e passar as informações para a Polícia. O outro, seu antagonista, é Colin Sullivan (Matt Damon), investigador da Polícia que passa as informações internas para Frank, seu "padrinho".

O filme retrata o sofrimento de Costigan, vivendo de mentira e na linha da navalha. Afinal, pode ser descoberto a qualquer momento. Por outro lado, mostra as mentiras que Sullivan precisa inventar para ajudar Frank a escapar. É uma verdadeira caçada, pois Costigan precisa descobrir quem é o infiltrado na Polícia e Sullivan, o mesmo na gangue de Frank. A emoção é sem fim.

O filme é sensacional! Principalmente porque quebrou dois dos meus tabus. O primeiro é com o Jack Nicholson. Eu acho ele um grande ator, mas toda hora que olho para ele nas telas, lembro do Coringa. Isto não aconteceu neste filme. Outro tabu quebrado é sobre o Matt Damon. Não gosto dele como ator. Mas aqui ele mostra que tem um certo talento. Ok, dou meu braço à torcer. Assim como dei na trilogia Bourne. Mas filme de ação não conta. Esse é mais dramático.

Em resumo, é um filme imperdível. Mereceu o Oscar para Scorsese. Nota: 9.

Melhor citação do filme: "O único que pode fazer o que eu faço sou eu. Muitas pessoas tiveram que morrer para eu ser eu. Você quer ser eu?" (Frank Costello - Jack Nicholson)
OS INFILTRADOS (The departed) - 2006 - Gênero: Policial - Direção: Martin Scorsese // Jack Nicholson, Leonardo DiCaprio, Matt Damon, Martin Sheen, Alec Baldwin, Mark Wahlberg // Imagem: Cineminha.
BEE MOVIE - A HISTÓRIA DE UMA ABELHA (BEE MOVIE):
Barry B. Benson (Jerry Seinfeld) é uma abelha jovem e recém formada na faculdade. Ele conhece pouco da vida. Quando é apresentado às suas perspectivas para o futuro - um emprego sem férias ou feriados na indústria de mel Mellex - ele surta. Afinal, Barry não sabe se é isso o que ele quer da vida.

Este é o ponto de partida da animação Bee Movie - A história de uma abelha. Barry pira e resolve ver como é a vida fora da colmeia. Ele consegue a ajuda dos ases do pólen (abelhas que recolhem esta substância das flores) para conhecer o mundo. Seu caminho acaba cruzando com o de uma humana, Vanessa (Renée Zellweger). Depois, Barry ainda descobre que os humanos consomem o mel das abelhas sem lhes dar nada em troca e resolve abrir um processo contra a humanidade. Mas isto vai longe demais e mexe com coisas que Barry nem imaginava.

Bee Movie é engraçadinho. Tem personagens bem construídos e algumas tiradas engraçadas. Afinal, ele foi escrito pelo famoso comediante americano Jerry Seinfeld. Mas é só isso: engraçadinho. O filme envereda por vários caminhos diferentes, que atrapalham um pouco. Fica muito assunto diferente a ser tratado em uma só coisa e bagunça o roteiro do filme. É legal, mas poderia ser melhor se fosse focado ou no processo abelhas X humanos ou na relação entre Barry e Vanessa. Nota: 6.

Melhor diálogo do filme:
- Você é advogado também? (Vaca - Tress MacNeille)

- Madame, eu já era um sanguessuga parasita. Tudo o que eu precisava era de uma maleta! (Mooseblood, o mosquito - Chris Rock)

BEE MOVIE - A HISTÓRIA DE UMA ABELHA (Bee movie) - 2007 - Gênero: Animação - Direção: Steve Hickner e Simon J. Smith // Vozes: Jerry Seinfeld, Renée Zellweger, Mathew Broderick, John Goodman, Patrick Warburton, Tress MacNeille, Chris Rock // Imagem: Adoro Cinema.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

SUPERBAD - É HOJE! (SUPERBAD):
Seth (Jonah Hill) e Evan (Michael Cera) são amigos de infância e neste momento estão quase se formando no Segundo Grau. Enquanto Evan conseguiu ir para uma boa universidade, Seth não teve a mesma sorte. Os dois passaram todos os anos no colégio sem ir às grandes festas e sem fazer grandes amigos. O único é Fogell (Cristopher Mintz-Plasse), um nerd bem esquisito. Para piorar as coisas, Evan é apaixonado por Becca (Martha Malcsaad) e não tem coragem de correr atrás e nem de perceber as investidas da menina. Já Seth gosta de Jules (Emma Stone), uma garota que, para ele, nunca lhe daria atenção.

A sorte os rapazes está para mudar quando Jules os convida para uma festa em sua casa. Seth, Evan e Fogell estão muito nervosos com as perspectivas que têm pela frente. Para aumentar a tensão, os três prometeram arrumar bebida. Eles vão usar a carteira falsa de Fogell – cujo nome muda para McLovin. E é a partir deste momento que toda a confusão se instala.

Superbad – É hoje é um filme bem engraçado, com roteiro e direção bem legais. Dá para se divertir assistindo a confusão que os amigos aprontam. Mas o que mais chamou minha atenção é o clima total anos 80 que o filme tem. Isto não quer dizer que o filme se passe nesta época. Mas o clima, o estilo e a temática do filme são muito parecidas com os filmes de adolescentes dos anos 80. É só pensar... Este tipo de filme daquela época sempre tinham muito sexo (ou a intenção de), nerds bem bobões, os grupos de adolescentes populares e os “losers”, paixões impossíveis pelas meninas mais bonitas da classe, confusões e aventuras etc. Em resumo, tudo que Superbad também tem.

O roteiro foi escrito por Seth Rogens (que trabalha no filme como um policial) e Evan Goldberg. Se você reparou bem, são os mesmos nomes dos protagonistas. Isto não é um acaso. Na verdade, os dois são amigos de longa data que se uniram para escrever sobre suas histórias. Talvez por isso o clima anos 80 passado para os dias atuais. Afinal de contas, os dois tiveram a infância/adolescência nesta década.

O filme é bem engraçado. Prestem atenção no ator que interpreta Fogell. Ele dá um show à parte. Além disso, o filme diverte e ainda deixa uma sensação de nostalgia para aqueles que cresceram vendo os filmes adolescentes dos anos 80. Dá vontade de pegar todas as produções do John Hughes e rever novamente. Sem parar! Nota: 8.

Melhor frase do filme: "McLovin? Que tipo de nome estúpido é este, Fogell? Você está tentando ser um cantor irlandês de R&B?" (Evan - Michael Cera)

SUPERBAD - É HOJE! (Superbad) - 2007 - Gênero: Comédia - Direção: Greg Mottola // Michael Cera, Jonah Hill, Christopher Mintz-Plasse, Martha Malcsaad, Emma Stone // Imagem: Adoro Cinema.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O PASSADO (EL PASADO):
O novo filme de Hector Babenco é um drama romântico. O que pode agradar a muita gente. Achei O Passado bom filme. Ele me causou um grande incômodo e estranheza. Se a gente parar para pensar, estes sentimentos mostram a qualidade do filme. Afinal, quantas vezes saímos do cinema sem sentir nada?

Na verdade, para mim O Passado é uma mistura de dois três gêneros de filmes. O primeiro, claro, é o Romance. Afinal, temos a história de amor de um jovem casal, Rímini (Gael García Bernal) e Sofía (Analía Couceyro), casados há doze anos. O segundo gênero é o Drama, já que este mesmo casal está se separando e tentando retomar a vida. O terceiro gênero é o Suspense. Sim! Suspense. Enquanto Rímini tenta viver, conhecer outras pessoas e tal, Sofía quer manter a relação e age como uma psicopata algumas vezes.

Em psicologia existe um preceito que diz que para cada sádico há um masoquista. É a "relação perfeita", pois um gosta de sofrer e o outro de fazer sofrer. É um pouco isso o que acontece neste filme. Rímini conhece outras mulheres, se casa, mas Sofía está sempre lá. E o pior: ela sempre acaba estragando a vida dele de alguma maneira.

Daí vem meu incômodo com o filme. Rímini é tão passivo que assusta! E Sofía é completamente maluca. Como pode alguém deixar o outro estragar tanto sua vida e não fazer nada. Pelo contrário!!! Mantém contato e é gentil! No fundo, ele acaba tendo o que merece por não se posicionar de forma incisiva frente a Sofía, a mulher que ele deixou de amar. E ela sabe como se aproveitar disso, armando uma teia envolta do coitado, como uma aranha negra. E ele se deixa levar.

É um filme que faz pensar nos nossos relacionamentos. Será que somos mais Rímini ou mais Sofía? Temos uma Sofía na nossa vida? Qual nossa atitude perante ela? Não sou muito fã do Babenco, mas desta vez ele acertou, adaptando o romance de Alan Pauls. Nota: 7.
Melhor frase do filme: "É sempre assim comigo. Eu curo as feridas (dos homens) e os deixo prontos para as outras mulheres." (Sofía - Analía Couceyro)
O PASSADO (El pasado) - 2007 - Gênero: Drama - Direção: Hector Babenco // Gael García Bernal, Ana Celentano, Analía Couceyro, Paulo Autran // Imagem: Adoro Cinema.
JOGOS MORTAIS 4 (SAW 4):
E vocês achavam que eu iria parar no terceiro? Claro que não! Já que eu comecei, vou até o fim!

Jogos mortais 4 é o mais fraquinho de todos os filmes... Tem muita morte, sangue e tortura, como sempre. Mas esse capítulo da história do assassino Jigsaw (Tobin Bell) é mais cheia de histórias e explicações. Conta como John tornou-se o "justiceiro" e quem são seus atuais ajudantes. É interessante, mas se eu fosse uma pessoa que amasse filme de terror, acharia que este é explicativo demais.

Dessa vez, há várias pessoas passando pelo teste ao mesmo tempo. E todos precisam correr contra o tempo e vencer seus impulsos para continuar vivendo. Nota: 5.
Melhor frase do filme: "Salve como eu salvo" (Frase escrita na parede)
JOGOS MORTAIS 4 (Saw 4) - 2007 - Gênero: Suspense - Direção: Darren Lynn Bousman // Tobin Bell, Shawnee Smith, Lyriq Bent, Costas Mandylor, Scott Paterson, Betsy Russell, Athena Karkanis // Imagem: Adoro Cinema.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

JOGOS MORTAIS 3 (SAW 3):
Sim, eu vi a terceira parte da série Jogos mortais! Não posso ser uma mulher normal... Definitivamente, este não é um filme para mulherzinha. Algumas cenas de tortura reviraram meu estômago e eu tive que virar a cara porque não estava aguentando. Elas estão muito mais fortes nesta sequencia.
O que me assusta é que o filme é bom, para quem gosta do gênero, é claro. Não tem um minuto em que você não fique tenso. Acho que esta parte chega a ser melhor do que a segunda.
Não vou contar nada do filme, para não arriscar perder a graça. Por isso, se vc é chegado a filmes de terror cheio de sangue e tortura, não pode perder este. Nota: 7.
Piores cenas do filme: Todas em que as vítimas são torturadas. Desta vez, não aguentei ver a maioria delas.
JOGOS MORTAIS 3 (Saw 3) - 2006 - Gênero: Terror - Direção: Darren Lynn Bousman // Tobin Bell, Shawnee Smith, Bahar Soomekh, Angus Macfadyen // Imagem: Adoro Cinema.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

DE REPENTE 30 (13 GOING ON 30):
Não tem jeito. Já vi zilhões de filmes como esse, onde pessoas voltam ou se adiantam no tempo, ou mudam de lugar com alguém. Mesmo sabendo no que isso vai dar, eu acabo assistindo todas as versões diferentes. Eu gosto e ponto! Esta maldição começou com Quero ser grande, com Tom Hanks.

De repente 30 é uma história como essa. A protagonista é Jenna Rinks, que no dia do seu aniversário de 13 anos sofre na mão de más amigas e briga com o seu único amigo verdadeiro. No meio de sua raiva do mundo, ela deseja não ser uma adolescente mais (quem não desejaria?) e ter 30 anos, ser bem sucedida e ter um namorado. E em um passe de mágica isso acontece.

Jenna (agora Jennifer Garner) se torna da noite para o dia uma mulher de 30 anos. E é editora de uma grande revista. No começo, fica perdida. E esta é a melhor parte. Mas depois, entra no jogo e faz seu trabalho direito. O que deve provar que até uma criança pode comandar em uma empresa americana... rs

Jenna se frustra com sua nova vida de mulher poderosa e vai em busca de seu antigo amigo Matty (Mark Ruffalo). Ele é o único que a entende.

Não preciso dizer que é um filme bobinho; uma comédia romântica. Mas como mulherzinha que sou, adoro filmes assim, embora não confesse muitas vezes. Adoro aquelas liçõeszinhas de moral, aquela fantasia boba e despreocupada... De séria já basta a vida. Precisamos nos divertir de vez em quando. Nota: 6.

Melhor cena do filme: A com a dança do Thriller, de Michael Jackson.
DE REPENTE 30 (13 going on 30) - 2004 - Gênero: Comédia - Direção: Gary Winick // Jennifer Garner, Mark Ruffalo // Imagem: Adoro Cinema.

sábado, 20 de outubro de 2007

STARDUST - O MISTÉRIO DA ESTRELA (STARDUST):
Tristan (Charlie Cox) é um rapaz comum, que vive em uma cidadezinha inglesa chamada Muralha. Ele é apaixonado por Victória (Sienna Miller), mas não consegue conquistá-la. Sua vida muda quando uma estrela cadente cai na Terra.

Ele promete para Victoria que vai trazer a estrela até ela para provar o seu amor. O que ele não sabe é que este é o ponto de partida para uma grande aventura, que vai incluir o verdadeiro amor e a sua origem indefinida. Tristan tem que ultrapassar a muralha de sua cidade para encontrar a estrela no reino de Stormhold, um lugar mágico e cheio de mistérios.

Stardust é baseado em uma obra de Neil Gaiman. É um conto de fadas como há tempos não víamos por aí. É uma história linda de amor, aventura, coragem, força e de descoberta de si mesmo. Simplesmente lindo!

A produção usa muitos efeitos especiais, mas nem por isso o filme fica artificial demais. Eles completam o conto de fadas da maneira como o autor imaginou. Claro que não poderia deixar de destacar a participação de Robert De Niro e Michelle Pfeiffer, maravilhosos como sempre. A direção também é excelente. Saí do cinema às lágrimas! Adoro filmes assim... Nota: 9.

Melhor diálogo do filme:
- Sabe, você parece brilhar algumas vezes. Eu notei agora. Isso é... Isso é normal? (Tristan - Charlie Cox)

- Vamos ver se você descobre por você mesmo... O que as estrelas fazem? (Yvaine - Claire Danes)

- Hmm... Atraem problemas? (Tristan)

STARDUST - O MISTÉRIO DA ESTRELA (Stardust) - 2007 - Gênero: Fantasia - Direção: Matthew Vaughn // Charlie Cox, Claire Danes, Robert De Niro, Sienna Miller, Michelle Pfeiffer // Imagem: Adoro Cinema.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

JOGOS MORTAIS 2 (SAW 2):
Jigsaw (Tobin Bell) ataca novamente! Claro, né? Vocês achavam que com o sucesso que o primeiro filme teve no cinema, ia parar por aí? Obviamente que não! Aliás, a idéia do primeiro filme é sensacional! Fazia tempo que eu não via um filme de terror/suspense tão bom. Fiquei assistindo na maior tensão!

Jogos mortais 2 perde um pouco o brilho do primeiro. Mas não é tão ruim. Ainda dá para assistir e sentir a mesma tensão do anterior. Neste filme, Jigsaw - o serial killer da vez - prende em uma casa um grupo de oito pessoas com algo em comum. A casa está cheia de armadilhas e os prisioneiros precisam passar por algumas "provas", como no primeiro filme. Mas tem uma novidade. O ar que eles respiram na casa está contaminado com um gás tóxico que fará todos morrerem em 2 horas. A casa abrirá as portas em 1 hora. Aí, já viu, né? Sustos, confusões, muitas mortes e sangue aguardam os pobres infelizes.

Paralelamente a isso, Jigsaw também "brinca" com a Polícia. Mais especificamente com o detetive Eric Mathews (Donnie Wahlberg). Seu filho é um dos prisioneiros da casa. Jigsaw apresenta a brincadeira para o policial, que está desesperado e à ponto de fazer uma loucura.

Não há muito o que falar de Jogos Mortais 2. Afinal, o que importa mesmo são os sustos e o sangue, não é? É isso o que a platéia quer e consegue. A idéia continua sendo boa - pelo menos até agora. É aquela do bandido que julga a sociedade e tenta consertá-la do seu jeito. Muito parecido com a idéia de Por um fio, por exemplo.

Um dos pontos altos do filme é a edição e a montagem. É tão rápida que deixa qualquer um tonto e no mesmo desespero dos personagens. Ainda merece crédito, mas espero que não se torne uma série grande, pois a boa idéia vai acabar se perdendo...Nota: 6.
Melhor citação do filme: "Muitas pessoas são tão ingratas por estarem vivas, mas não você... nunca mais" (John "Jigsaw" - Tobin Bell)
JOGOS MORTAIS 2 (Saw 2) - 2005 - Gênero: Suspense - Direção: Darren Lynn Bousman // Donnie Wahlberg, Tobin Bell, Shawnee Smith, Erik Knudsen // Imagem: Google Images.
A SOGRA (MONSTER-IN-LAW):
Antes de mais nada, confesso que gosto muito da Jeniffer Lopez. Tanto como atriz quanto como cantora. Claro que esta declaração tira minha credibilidade quanto alguém que pretende entender um pouco de cinema. Eu sei que JLo não é a melhor atriz do mundo e muito menos a melhor cantora que existe. Mas eu sempre me divirto com suas músicas e filmes. E isto já basta para mim.

A Sogra é mais uma comédia no currículo dela. Aqui, JLo é Charlie Honeywell, uma moça de muitos talentos e empregos. Ela conhece o médico Kevin Fields (Michael Vartan) e eles se apaixonam. Acontece que ele tem uma mãe que é uma fera! Viola Fields (Jane Fonda) era apresentadora de TV e foi demitida. Está passando por uma crise nervosa. E tudo piora quando ela descobre que seu filho quer casar com Charlie.

O que vemos em seguida é uma sequencia de planos mirabolantes de Viola para tirar Charlie do caminho do seu filhinho querido. À princípio, consegue ir minando aos poucos a relação. Mas Charlie descobre seus planos e parte para a briga. E é aí que a confusão aumenta.

A Sogra é uma comédia romântica e, por isso, agradará mais às mulheres. É engraçado e absurdo ao mesmo tempo. O legal é ver Jane Fonda atuando, mesmo que em uma comédia boba. Ela toma boa parte do filme. Outra surpresa é a atriz Wanda Sykes, que interpreta Ruby, a assistente de Viola. Ela é quase como a consciência da patroa.

É um filme engraçado e fofo em alguns momentos. Não é a melhor coisa que você já viu no mundo, mas diverte. Nota: 7.
Melhor cena do filme: Jennifer Lopez com os lábios inchados por causa de uma alergia alimentar.
A SOGRA (Monster-in-law) - 2005 - Gênero: Comédia romântica - Direção: Robert Luketic // Jennifer Lopez, Jane Fonda, Wanda Sykes, Michael Vartan // Imagem: Adoro Cinema.