sábado, 12 de novembro de 2005

CRASH: NO LIMITE (CRASH):
Este filme passou no Festival do Rio deste ano mas, infelizmente, não consegui assistir. Não cabia na minha grade de programação e eu tinha que dormir em algum horário, né? ;-)
Quando vi que ele foi logo lançado no circuito, resolvi assistir. A princípio porque tinha vários atores que eu gostava. Não sabia coisa alguma da história. Assim que é bom ir ao cinema... Sem saber de nada, sempre há a possibilidade de se surpreender! E foi o que aconteceu.
Eu já vi muito filme sobre preconceito e abuso de poder. São dois dos temas que eu mais gosto de ver na telinha, em se tratando de drama. Mas jamais vi um como esse! Porque não se trata apenas do velho clichê branco contra negro. O filme trata de todo e qualquer preconceito. Só não apareceu o contra gays. Mas tudo bem, eu perdôo. Crash é sensacional! São várias histórias que se intercruzam em dois dias em Los Angeles. Não vou contá-las, porque acho que perderia toda a graça. Não vou fazer isso com meus leitores. Eu fiquei tão tensa e saí do cinema pensando. Só quero deixar claro que os temas centrais são preconceito, violência, abuso de poder e intolerância. O filme mostra que até mesmo os mais céticos e aqueles que não se dizem preconceituosos não se conhecem de verdade. Também quero destacar o trabalho do roteirista e diretor Paul Haggis. Admiro muito os escritores que conseguem intercruzar histórias sem deixar buracos. Definitivamente, meu favorito ao Oscar de Melhor filme! (eu já vi quase todos os outros. Faltam só dois. Estou escrevendo minhas resenhas atrasada! Hj é 05/03/2006).
Nota: 9.
Melhor diálogo do filme: - Mãe, não posso falar com você agora, ok? Estou transando com uma mulher branca. *desliga tel* (Grahan - Don Cheadle)

*Ria (JenniferEsposito) sai da cama*

- Ok, onde estávamos? (Grahan)

- Eu era branca e você estava prestes a se masturbar no chuveiro. (Ria)

- Ah, merda! Qual é? Eu teria dito que você era mexicana, mas eu não acho que teria deixado ela brava o suficiente. (Grahan)
CRASH: NO LIMITE (Crash) - 2004 - Gênero: Drama - Direção: Paul Haggis // Matt Dillon, Sandra Bullock, Don Cheadle, Brendan Fraser, Ryan Phillipe, Jennifer Esposito // Fonte da Imagem: IMDB.
2 FILHOS DE FRANCISCO - A HISTÓRIA DE ZEZÉ DE CAMARGO & LUCIANO (IDEM):
Este filme é um exemplo de quanto o preconceito é burro. E vou usar o meu exemplo para demonstrar. Assim que ele foi lançado nas salas de cinema, eu sequer cogitei gastar meu pouco dinheirinho em um ingresso para ver a história de Zezé di Camargo & Luciano. Por quê? Porque eu detesto música sertaneja, ora! Nada me faria ir ao cinema, nem mesmo alguns amigos que foram assistir e, empolgados, me diziam que gostaram muito.
Acontece que nada é tão convincente para um capricorniano-mão-fechada como eu, do que uma promoçãozinha. Um belo dia, os cinemas Cinemark fizeram uma promoção em que um ingresso de filme nacional custava R$2. Aí estava a minha chance! Dei o braço a torcer e fui alegremente assistir a sessão sobre a vida dos sertanejos.
Digo agora, sem o menor constrangimento, que saí do cinema com os olhos vermelhos de tanto chorar. O filme é lindo e de muito bom gosto. Nem o fato de que só tinha música sertaneja na trilha sonora me deixou chateada. Muito pelo contrário. Se não fosse assim, não teria a mesma graça. Chorei sim! Chorei muito! Igual criança!
Parte do que faz o filme ser tão legal como é são os dois garotinhos que fazem o Zezé Di Camargo quando era pequeno (Dablio Moreira) e Emival (Marcos Henrique). Os dois são lindos, tem talento, convenceram com seus personagens. Metade das minhas lágrimas foi por culpa deles. A outra, foi por causa da Dira Paes, que faz a mãe, Helena. Já Ângelo Antônio, que interpreta o pai, Francisco, também merece destaque. Ele pegou bem o tom do personagem, um homem simples e sonhador, que quer mais para os seus filhos. 2 Filhos de Francisco só perde o ritmo quando as crianças crescem. Aí, achei que ficou chato e monótono.
Enfim, é mais um filme nacional da nova safra, que merece ser visto. Com direção e produção muito nem cuidadas. Eu já imaginava que não entraria para as indicações do Oscar. Mas não tem problema. Ele serviu para me dar lições: devemos estar abertos às novas possibilidades. Nota: 7.
Melhor citação do filme: "Não é porque os meninos são meus filhos. É que a música é boa mesmo." (Francisco - Ângelo Antônio).
2 FILHOS DE FRANCISCO - A HISTÓRIA DE ZEZÉ DE CAMARGO E LUCIANO (Idem) - 2005 - Gênero: Drama - Direção: Breno Silveira // Ângelo Antônio, Dira Paes, Lima Duarte, Jackson Antunes, José Dumont, Paloma Duarte, Márcio Kierling, Dablio Moreira, Marco Henrique, Thiago Mendonça // Imagem: Adoro Cinema.
A NOIVA CADÁVER (THE CORPSE BRIDE):
Tim Burton é um diretor, digamos assim... único. Daquele tipo que olhamos a obra e já sabemos de quem é. Quando é preciso alguém para dirigir filmes sombrios, bizarros, com personagens estranhos, é a ele que Hollywood recorre. Não que isto seja um problema. Acho que filmes como Edward Mãos de Tesoura, ou até o mais recente "A Fantástica Fábrica de Chocolate" não teria o mesmo "charme" se não fosse por ele. Agora, Burton volta para o mundo da animação. Claro que A noiva cadáver é muito parecido visualmente com sua primeira incursão neste tipo de mídia: O estranho mundo de Jack. Eu não sei de qual eu gosto mais. Sou uma das admiradoras do diretor.
Mesmo com o visual dark, A noiva cadáver é uma história de amor. Entre vivos e vivos e entre mortos e vivos. Victor Van Dort (voz do "eterno muso" do diretor, Johnny Depp) é um jovem muito inseguro. Sua família vive da venda de peixes e estão muito bem financeiramente. Ele está sendo obrigado a casar com Victoria Everglot (Emily Watson), de uma família nobre, mas falida. Victor tem dúdvidas quanto ao casamento, mas quando conhece a noiva se apaixona. Acontece que ele não consegue decorar os votos. Ele vai treiná-los em uma floresta e acaba se envolvendo com uma outra mulher. Uma noiva que foi assassinada pelo seu pretendente. A noiva cadáver pensa que os votos foram para ela e o leva para o mundo dos mortos, mesmo vivo. Victor faz de tudo para retornar.
Gostei muito do enredo de A noiva cadáver porque mesmo sendo uma fantasia, há um quê de realidade. Os amores impossíveis, os amores possíveis e a crueldade dos homens. Melhor impossível. Nota: 9.
Melhor citação do filme: "Pode um coração se partir novamente depois de ter parado de bater?" (Barkis Bittern - Richard E. Grant) THE CORPSE BRIDE (Corpse bride) - 2005 - Gênero: Animação - Direção: Tim Burton // Johnny Depp, Helena Bonhan Carter, Emily Watson, Tracey Ullman, Paul Whitehouse, Richard E. Grant. Fonte da imagem: Adoro Cinema.

quarta-feira, 26 de outubro de 2005


OS IRMÃOS GRIMM (THE BROTHERS GRIMM):
Will e Jacob, os Irmãos Grimm, são conhecidos na Europa por expulsarem bruxas e maus espíritos. Mas na verdade, não passam de vigaristas. Quando crianças, eles viviam na pobreza extrema. Jacob sempre foi o mais sonhador dos irmãos. Vive em um mundo de fantasias e anota suas idéias e experiências em um caderninho. Will já é mais centrado e o responsável da dupla.
Um dia, eles são pegos aplicando um golpe. E para se livrar da pena de morte precisam ir até uma vilazinha para tentar descobrir porque meninas andam desaparecendo. Os irmãos chegam no local como grandes salvadores, mas em pouco tempo deixam a população descrente. Até que eles descobrem o segredo dos desaparecimentos: uma bruxa de verdade.
Uma das coisas mais interessantes do filme são as referências a contos de fadas dos próprios irmãos Grimm. Em vários momentos nos deparamos com uma delas. Não conheço a história de vida dos dois contadores de história, mas obviamente o filme é apenas uma aventura fantástica. É interessante. Mas não me empolgou tanto. Eu esperava um pouco mais. Mesmo assim é uma boa diversão. Para as crianças principalmente.
Nota: 6.
OS IRMÃOS GRIMM (The brothers Grimm) - 2005 - Gênero: Aventura - Direção: Terry Gilliam // Matt Damon, Heath Ledger, Peter Stormare, Lena Headey, Monica Belucci.

quinta-feira, 20 de outubro de 2005

Festival do Rio 2005
O EXPERIMENTO GOEBBELS (GOEBBELS - DAS EXPERIMENT):
Este foi o último filme que eu vi no Festival do Rio deste ano. O Experimento Goebbels é um documentário para aqueles que se interessam em história mundial e, principalmente, para aqueles que gostam do tema nazismo. O ator Keneth Branagh faz a narração. O texto lido faz parte do diário do principal agente dea propaganda nazista: Joseph Goebbels (1897-1945). O período narrado vai de 1924 até 1945. O documentário é interessante por diversos motivos. Mas principalmente porque podemos ver "o homem por trás do mito". Há momentos de adoração explícita a Hitler e ao Reich. Mas Goebbels também se revela na sua face mais humanaa com insegurança, dor, preocupação etc. O documentário tem alguns momentos monótonos, mas vale a pena como documento histórico.
Nota: 7.
O EXPERIMENTO GOEBBELS (Goebbels - Das experiment) - 2005 - Gênero: Documentário - Direção: Lutz Hachmeister // Keneth Branagh, Udo Samel.
Festival do Rio 2005
L'ENFANT (L'ENFANT):
Escolhi para ver L'enfant sem saber que era um dos filmes badalados do Festival do Rio. Eu estava fora do circuito cult nos últimos tempos. Meu ingresso se tornou precioso, pois logo as sessões foram esgotadas. Confesso que gostei muito do filme. Meu lado sensível aflorou e me peguei chorando algumas vezes. A história é mesmo comovente e merece todo o frisson. Bruno (Jérémie Renier) e Sonia (Déborah François) são um casal de adolescentes que vivem de pequenos golpes e roubos. Mais uma vida se une a deles. Sonia está grávida. Quando o bebê nasce, eles precisam arranjar uma forma para sustentar a criança. Como tudo na vida deles é difícil, Bruno tem uma idéia para arranjar dinheiro: ele decide vender a criança sem a autorização da mãe. Quando Sônia descobre, ela o expulsa de casa. Para conseguir reconquistar o amor de sua namorada, ele vai atrás do seu filho mas se mete em uma grande confusão com bandidos.
O filme mostra o crescimento e amadurecimento do jovem casal. Enquanto Sônia cresce assim que a criança nasce, Bruno, mais imaturo, precisa passar por problemas maiores para deixar de dar tanto valor a dinheiro e futilidades. É um caminho difícil o que ele percorre.
Nota: 8.
L'ENFANT (Idem) - 2005 - Gênero: Drama - Direção: Jean-Pierre Dardenne & Luc Dardenne // Jérèmie Renier, Deborah François.

Festival do Rio 2005
O JARDINEIRO FIEL (THE CONSTANT GARDENER):
Cada vez mais eu estou admirando o diretor brasileiro Fernando Meirelles. Depois de ter adorado Domésticas, o filme e amado Cidade de Deus, fiquei apreensiva para ver o novo trabalho dele. Ainda mais por ser o seu primeiro trabalho "mundial", digamos assim. Fui ver O Jardineiro Fiel com muita ansiedade no festival. Sempre que fico assim me decepciono. Mas não foi esse o caso. Amei! Foi o melhor filme que vi durante o Festival do Rio.
Ele narra a história do diplomata inglês Justin Quayle (Ralph Fiennes) à serviço no Quênia. Este é um homem pacífico, que não se mete em problemas referentes ao país em que está. Tudo com que ele se importa são a mulher e o seu jardim. Sua esposa, Tessa Quayle (Rachel Weisz) é o seu contrário. Ela é uma mulher idealista e que luta pelas minorias. Mas seu comportamento incomoda grandes corporações farmacêuticas e autoridades internacionais. Quando Tessa é assassinada, Justin sofre uma mudança. O amor pela mulher faz com que ele tente descobrir o que ela investigava para saber quem a matou.
O Jardineiro Fiel é um filme lindo e delicado de amor, suspense, investigação e denúncia. A fotografia é divina e o roteiro também. Me deu vontade de ler o livro que lhe deu origem, de John Le Carré. Os atores também merecem destaque. Aponto principalmente Ralph Fiennes, que vai de um tom a outro do personagem sem ficar forçado. Coisa que poucos conseguem. E Rachel Weisz está apaixonante. Claro que também deve ser creditado ao diretor o fato do filme ser tão bom. Com certeza, Fernando Meirelles não estará em nível inferior a nenhum dos diretores que estiverem a seu lado na noite do Oscar. Pena que eu não acredito que vá ganhar alguma coisa...
Nota: 10.
O JARDINEIRO FIEL (The constant gardener) - 2005 - Gênero: Drama - Direção: Fernando Meirelles // Ralph Fiennes, Rachel Weisz. Fonte da imagem: IMDB.
Festival do Rio 2005
ÁRIDO MOVIE (ARIDO MOVIE) :
Há algum tempo ouvi falar muito sobre este filme. Vi, inclusive, uma entrevista com a atriz Giulia Gam falando sobre seu trabalho nele. Resultado: fiquei supercuriosa. Aproveitei que ia passar no Festival e marquei para assistir. Foi a última sessão de um dia onde vi cinco filmes. A sala estava lotada! Bom sinal, né? Que nada!
Este foi um dos piores filmes que vi no festival. Sinceramente, gostaria do meu dinheiro de volta. Achei o roteiro pobre, fraco e muito confiuso. Não gostei sequer das piadinhas com drogas e álcool, feitas por Selton Mello, por exemplo. Em resumo: detestei mesmo!!!!
Mas o pior é que, pelo que me parece, só eu não gostei do filme ali na sala. Meus vizinhos de cadeiras morriam de rir, às gargalhadas. E eu ficava me perguntando: "Cadê a graça? Que porcaria! Quero ir embora!". Enquanto isso, todo mundo se amarrando naquela coisa sem nexo total. Eu nem vou me dar ao trabalho de falar um pouco sobre a história. Ela se divide em várias coisas. Mal dá pra saber qual é o foco principal do filme. Para finalizar: Muito ruim! Não recomendo mesmo!!! Nota: 3.
ÁRIDO MOVIE (Idem) - 2004 - Gênero: Drama - Direção: Lírio Ferreira // Guilherme Weber, Giulia Gam, Selton Mello, Renata Sorrah, Paulo Cesar Pereio, Matheus Nachtergaele, Mariana Lima.

Festival do Rio 2005
MISTÉRIOS DA CARNE (MYSTERIOUS SKIN):
Este foi um dos meus filmes favoritos no festival. O pior é que se eu não fosse uma pessoa que gosta de assistir a filmes com E.T.s eu nem iria assistí-lo. A sinopse falava sobre um rapaz que não lembrava de algumas partes da sua infância. Ele achava que os apagões vinham de uma experiência de abdução alienígena. Sim, isto realmente acontece no filme. Mas é apenas uma pequeníssima parte dele.
O filme tem como protagonistas dois rapazes: Brian Lackey (Brady Corbet) e Neil McCormick (Joseph Gordon-Levitt). O primeiro é o tal que tem certeza de que foi abduzido quando criança. O segundo é um daqueles adolescentes rebeldes. Ele é homossexual e arrisca sua vida com sexo inseguro com qualquer cara. A vida destes dois rapazes está ligada. Enquanto Neil vai vivendo sua vida, Brian fica intrigado com os apagões de memória e decide pesquisar o que houve.
Gostei muito do filme porque o roteiro me surpreendeu. Não imaginava de forma alguma as suas reviravoltas. Ponto muito positivo para o filme. Outra coisa que achei legal foi o clima de produção independente, de baixo orçamento. É um filme polêmico, que trata de um assunto muito delicado. Uma boa pedida! Nota: 9.
Melhor citação do filme: "Naquele verão, eu conheci Wendy. Se eu não fosse bicha, provavelmente nós terminaríamos fazendo sexo adolescente inseguro, engravidando e contribuindo com as estatísticas de mais gente fodida no mundo. Mas ao invés disso, ela é minha alma gêmea". (Neil McCormick - Joseph Gordon-Levitt)
MISTÉRIOS DA CARNE (Mysterious skin) - 2005 - Gênero: Drama - Direção: Gregg Araki // Joseph Gordon-Levitt, Brady Corbet, Elizabeth Shue, Michelle Trachtenberg, Bill Sage, Jeffrey Licon.
Festival do Rio 2005
A NOITE FANTÁSTICA (LA NUIT FANTASTIQUE):
http://ia.imdb.com/media/imdb/01/I/66/23/81m.jpg

O dia em que vi A noite fantástica foi aquele em que eu mais assisti a filmes no Festival. Foram cinco ao todo. E quanto fui ver este, já estva cansada. Quase desistindo... Ainda mais que este era um dos poucos filmes em que não tinha ingresso comprado. Mas, como boa cinéfila, resisti ao cansaço e fui. Chegando na sala de projeção, na Cândido Mendes de Ipanema, me dou conta de que o filme é falado em francês com legendas em espanhol... Atenção pessoas! Nunca deixem de se informar sobre isso durante o festival! É muito importante! Eu comecei a aprender francês na 6a série mas, obviamente, não me lembrava e ele nem seria suficiente para ver um filme. Minha sorte foram as legendas em espanhol! Ainda bem que estou terminando o curso. Daí foi razoável de assistir!
A noite fantástica conta a história de Denis (Fernand Gravey). Ele vive distraído ou dormindo. Isto porque estuda na faculdade à noite e trabalha durante o dia. Nos últimos tempos, Denis anda sonhando sempre com a mesma mulher; uma desconhecida vestida de branco. Um dia, enquanto dormia no trabalho novamente, a mulher esbarra nele. Denis a segue e se envolve em diversas tramas. O mais interessante é que a gente não sabe exatamente no começo se o que está acontecendo na tela é sonho ou realidade. O filme é de 1942. De vez em quando é legal ver filmes antigos. Assim podemos estudar mais as técnicas do passado. Mas o problema é ter acesso a eles. Ainda bem que existem esses festivais! Nota: 7.
A NOITE FANTÁSTICA (La nuit fantastique) - 1942 - Gênero: Romance - Direção: Marcel L'Herbier // Fernand Gravey, Micheline Presle, Saturnin Fabre, Charles Granval, Bernard Blien, Marcel Levesqué, Cristiane Nère.