domingo, 16 de maio de 2004

DVD
SEX AND THE CITY - 1A TEMPORADA (SEX AND THE CITY)
Finalmente uma série legal sobre o comportamento da mulher atual! Até que enfim!! Já estava cansada de toda aquela coisa "Meg Ryan" de ser. Aliás, até mesmo a Meg anda cansada de ser ela mesma e fez um filme um pouco mais ousado, recentemente. Mas isso é outra história...
Comecei a assistir a série meio que de bobeira, na época que ainda passava na HBO e quase ninguém assistia. Virei fã de imediato. Ficava recomendando pra um monte de gente, que sequer sabia do que eu estava falando. Hoje, alguns anos depois, a série virou hype, o que é bom por um lado. Se não fosse assim, eu não seria a feliz proprietária da primeira temporada em DVD. Em breve comprarei as outras. :-)))
Sex and the city tem como personagens principais quatro mulheres diferentes. Carrie (Sarah Jessica Parker) é jornalista. Tem uma coluna em um jornal, onde escreve sobre o seu comportamento social e sexual e os de seus amigos. É a mais neurótica em se tratando de relacionamentos e homens. Já Charlotte (Kristin Davis) é a mais romântica. Trabalha com arte, sonha em casar e ter filhos. Miranda (Cynthia Nixon) é advogada e a mais cínica e irônica das quatro, quando o assunto é homens. E Samantha (Kim Catrall), relações públicas, é a mais desencanada sexualmente. Trata os homens como objetos sempre que pode.
A série trata das confusões pessoais das quatro. Amores, trabalho, dieta, sexo, bizarrices, neuroses, moda... Tudo que acontece mesmo na vida de uma mulher moderna. Isso é bem legal na série. Estes assuntos não são tratados de forma boba e sem nexo. E cada mulher pode se identificar com uma delas. As personagens são muito reais. Poderiam ser uma amiga, namorada, vizinha etc., de qualquer um. Não é uma coisa lírica e sim real. Mas ao mesmo tempo, cada uma delas se completa. Você pode se identificar mais com uma, mas com certeza já passou por alguma situação ou pensa como uma outra. Na verdade, acho que as quatro são uma só. Cada uma de nós, que temos momentos de neurose, de amor romântico, de ironia e descrédito, e de ser sensual. E essa identificação é o melhor da série. Nota: 10.
Melhor episódio da temporada: Religião e relacionamentos (o último)
SEX AND THE CITY - 1A TEMPORADA (Sex and the city) - 1998 - Gênero: Drama/ Comédia - Direção: Vários // Sarah Jessica Parker, Kim Catrall, Kristin Davis, Cynthia Nixon, Chris Noth, Willie Garson.
DVD
RETRATOS DE UMA OBSESSÃO (ONE HOUR PHOTO):
Este filme me deixou surpresa de várias formas boas. Desta vez tenho que admitir que as pessoas que insistiram o tempo inteiro para que eu o visse estavam certas. Realmente o filme é ótimo! Fiquei muito surpresa com a qualidade...
A história é bem simples; sem muitas enrolações e pretensões. Temos um homem solitário, Sy (Robin Williams), que trabalha numa lojinha de revelação de fotos, dentro de um supermecado. Ele não tem amigos e leva seu trabalho muito a sério. Mas a solidão pode ser o gatilho para que as pessoas coloquem para fora seu lado mais bizarro (pelo menos é o que o cinema anda me ensinando). Sy torna-se obsessivo pela família Yorkin. Nina Yorkin (Connie Nielsen) sempre deixa seus filmes para serem revelados na loja de Sy. Ele começa a criar um vínculo estranho com a família. Tudo através das fotos que eles tiram. Sy os admira, até que descobre um segredo. E seu lado mais bizarro é liberado, como eu falei anteriormente.
O que mais me deixou admirada neste filme foi o Robin Williams. Eu gosto muito de alguns de seus trabalhos, mas tenho noção de que ele também já fez muita coisa ruim. Por isso mesmo que acredito que ele não seja levado tão a sério. Mas assistir a Retratos de uma obsessão abre seus olhos para um lado inesperado do Sr. Williams. E isso foi muito legal. Na verdade, acho que ele acabou carregando o filme nas costas.
O Sy de Robin Williams é perfeito, se me permitem afirmar. Para começo de conversa, ele é um cara bonzinho e comum que anda normalmente por aí. Daqueles caras tão normais que ninguém nota. Eu tenho a tese de que a grande parte das pessoas "com problemas" são assim. Sabe aquele cara que você julga que não mataria uma mosca? Um Zé Ninguém... Pois é... Como o Norman Bates, personagem do Anthony Perkins em Psicose, o original. Sy tem pequenas manias; pequenos rituais; obsessões estranhas e detalhes que podem ser imperceptíveis para qualquer um. Ele é solitário, não tem uma vida própria e se satisfaz com a vida que os outros levam, observando pequenos pedaços dela, nas fotos que revela. Ele elege uma família para ser "sua". Aquela que ele julga a mais perfeita. E quando vê que ela não é tão perfeita assim, ele simplesmente pira. E você vê a transformação do personagem, de bonzinho e estranho para um maluco descontrolado.
O que o Robin Williams fez quando criou o personagem foi um trabalho de mestre. Excepcional! Mesmo quem não gosta de filmes deste estilo deveria assisti-lo, somente pelo prazer de ver uma interpretação dessas... Nota: 9.
Melhor citação do filme: "Se essas fotos tem algo de importante a dizer às gerações futuras, é: Eu estive aqui. Eu existi. Eu era jovem, eu era feliz e alguém se importava comigo o suficiente para tirar minha foto. (Sy Parrish - Robin Williams)
RETRATOS DE UMA OBSESSÃO (One hour photo) - 2002 - Gênero: Suspense - Direção: Mark Romanek // Robin Willians, Connie Nielsen, Michael Vartan, Dylan Smith, Eriq La Salle.

domingo, 9 de maio de 2004

DVD

O NOVATO (THE RECRUIT):
Meio sem opção do que iria assistir, peguei este filme na locadora. O que me atraiu foi os dois atores principais: Colin Farrell e Al Pacino... Adoooooooro os dois!!! Além disso, quando li do que se tratava - espionagem, treinamento da C.I.A. e todas essas coisas - me interessei mais ainda. Adoro filmes com estes temas!
Mas não vou dizer que este é o melhor filme de espionagem que já vi na vida. Na verdade, chega a ser bem previsível. Mas quer saber? Al Pacino é bom de qualquer jeito. Mesmo nos filmes mais bobos...
Em O Novato, Al é Walter Burke, um espião da C.I.A., que está em busca de "novos talentos" para a organização. Ele esbarra em James Clayton (Colin Farrell), um jovem superinteligente e rebelde (Oh!!!). Walter o convida para o treinamento e James aceita. Após semanas de sofrimento, James é convocado para uma missão interna: há um traidor entre os agentes da C.I.A. e ele precisa descobrir quem é.
Bom, acho que este enredo se encaixaria em pelo menos 89% dos filmes de espionagem, não? Para quem gosta de muita ação é um prato cheio, mesmo assim. Eu confesso que me diverti de qualquer jeito. Nesse dia, eu não estava muito afim de "filmes cabeça" mesmo...
Nota: 6.
Melhor citação do filme: "Nada... é... o que parece." (Walter Burke - Al Pacino)
O NOVATO (The Recruit) - 2003 - Gênero: Aventura - Direção: Roger Donaldson // Colin Farell, Al Pacino, Bridget Moynahan.
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CIDADE DOS SONHOS (MULHOLLAND DR.):

Toda a vez que assisto a um filme de David Lynch fico um pouco nervosa. Não... Não é porque ele é meu diretor favorito. Fico tensa simplesmente pelo fato de que tenho certeza que vou sair da sala do cinema com cara de boba, tentando entender o que aconteceu, sem conseguir. Mas isto não quer dizer que eu não gosto de seus filmes. Muito pelo contário. Acho David Lynch bizarro, num bom sentido. Ele tem um quê de surrealista e este sempre foi meu movimento artístico favorito.
Talvez eu tenha me expressado mal quanto a não entender o filme. Deixem que eu explique. Na verdade eu encaro os filmes de Lynch sabendo que nada ali é o que parece ser. Ao meu ver, cada um terá uma explicação e entenderá de forma diferente o que assistiu. Aliás, sempre desconfie daquela pessoa que disser para você que compreendeu completamente o que Lynch quis dizer em seu filme. Esse cara está alucinando... Se bobear, nem o próprio Lynch tem uma explicação exata. Tenho uma amiga que é fã incondicional do diretor. E ela me disse que, mesmo vendo um filme do Lynch diversas vezes, ela sempre percebe que no fundo deixou passar alguma coisa que não tinha visto antes. E acaba vendo que o que ela achava que tinha entendido antes, não era bem assim... Complicado, não? Pois é... E quem sou eu pra dizer que entendi o que ele quis dizer?
Cidade dos Sonhos começa com um acidente de carro, onde uma mulher, Rita (Laura Harring), perde a memória e vai parar numa casa vazia. Mas logo ela ganha a companhia de Betty Elms (Naomi Watts), sobrinha da dona da casa. Betty veio morar com a tia, em Hollywood, para tentar carreira de atriz. Ela tenta ajudar Rita a descobrir quem é e relembrar o que aconteceu.
Acho que vou parar de contar o enredo por aqui. É óbvio que existem outras tramas envolvidas nesta história, mas não vou mencioná-las. Na verdade, acho que todo mundo deveria ver este filme para entender do que estou falando. Não vou dizer que é meu preferido do David Lynch (ainda prefiro A Estrada Perdida), mas é um ótimo filme também. Claro que nem todo mundo vai gostar. É só para aqueles que não se importam com filmes em que nem sempre 1 + 1 = 2.
Nota: 8.
Melhor diálogo do filme: - A atitude de um homem... A atitude de um homem vai de acordo como será a vida dele. Você concorda com isso? (Cowboy - Monty Montgomery)



- Claro. (Adam Kesher - Justin Theroux)



- Você respondeu porque pensou que era o que eu queria ouvir ou você pensou no que eu disse e respondeu porque realmente acreditava que era verdade?
CIDADE DOS SONHOS (Mulholland Dr.) - 2001 - Gênero: Drama - Direção: David Lynch // Naomi Watts, Laura Harring, Ann Miller, Monty Montgomery.

quarta-feira, 28 de abril de 2004

DVD

DOCE LAR (SWEET HOME ALABAMA):
Peguei esse filme meio que no escuro. Só porque eu gosto da Reese Witherspoon. Além dela, no elenco do filme está um dos ícones de minha adolescência: o desaparecido Patrick Dempsey, eterno Ronald Miller de Namorada de Aluguel...
Mas, que perda de tempo! O filme é tão chatinho, bobinho, previsível e com final inverossímel... Pena que eu tenho como ética não contar o final dos filmes. A cena da decisão final da personagem da Reese é ridícula! A única que se salva ali é a Candice Bergen.
A história é a seguinte: Melanie Carmichael (Reese Witherspoon) é uma estilista que alcançou o estrelato a pouco tempo. O sucesso está aos seus pés... Pra completar a felicidade, Melanie está noiva de Andrew Hennings (Patrick Dempsey), o filho da prefeita da cidade de Nova York, Kate Hennings (Candice Bergen).
Mas para se casar Melanie precisa resolver um problema do seu passado. Ela veio de uma cidade do interior do Alabama e tem vergonha disso. E também há um outro problema: na juventude, Melanie casou com seu namoradinho de infância, Jake Perry (Josh Lucas). Acontece que ele não quer lhe dar o divórcio. Melanie vai até o Alabama tentar arrancar o divórcio à força.
A história é básica mesmo. Não é um dos filmes que eu recomendo... Nota: 5.
Melhor citação do filme: "O que aconteceu com o Jornalismo responsável?" (Prefeita Kate Hennings - Candice Bergen).
DOCE LAR (Sweet home Alabama) - 2002 - Gênero: Romance - Direção: Andy Tennant// Reese Witherspoon, Josh Lucas, Patrick Dempsey, Candice Bergen.
IRREVERSÍVEL (IRRÈVERSIBLE):

O tempo destói tudo. É exatamente isso que Irreversível nos ensina. Fiquei muito feliz com a grata surpresa que esse filme me causou. Muita gente me disse que era bom, mas como eu sempre acabo me decepcionando quando me dizem essas coisas, não fui assistir com grandes espectativas. Mas o filme me ganhou! Adorei! :-)
No começo fiquei meio perdida... A câmera não parava quieta! Ficava rodando, rodando, rodando... Sem se concentrar em ponto algum... Sequer dava para ver os personagens. Só se ouve o diálogo e vultos, num cenário escuro e estranho. Percebemos que está acontecendo algum tipo de briga. Mas não sabemos bem o porquê. Irreversível é construído do avesso: começa no fim e termina no começo. Ponto à favor para a edição e para a construção da história.
Irreversível tem como o ponto alto uma cena de estupro e pancadaria de 10 minutos (sim, isto foi comprovado com cronometragem). Alex (Monica Bellucci) vai parar no hospital depois de tanta violência. A cena é agoniante! Eu não aguentava ver. Marcus (Vincent Cassel) e Pierre (Albert Dupontel), namorado e ex-namorado, respectivamente, de Alex, resolvem fazer justiça com as próprias mãos. Agora tentem imaginar isso sendo contado do avesso... A tal confusão do início do filme acontece porque os dois estão se vingando... E todas as cenas vão remetendo ao que passou antes do presente, que é o momento da briga. Achei sensacional a idéia de construir o filme assim! Mesmo a idéia não sendo tão inédita.
Li algumas críticas onde se dizia que a violência do filme era gratuita e auto-promocional. Eu discordo. Acho que o filme é violento sim, mas esta violência era necessária para criar o clima e a ligação do espectador com os personagens. Eles são humanos, sofreram um baque terrível e reagiram. Atire a primeira pedra quem não pensaria em agir como o Marcus. Essa identificação do público com o sofrimento dos personagens é a chave para o sucesso do filme.
Irreversível começa triste e termina feliz. Mas na verdade não é isso. Ele mostra a vida de Alex antes do estupro e, isso me deixou mais deprimida ainda, sabendo o que aconteceria depois. Talvez os otimistas tenham ficado felizes com o "happy end". Mas eu não. Eu só fiquei mais triste... O tempo destruiu tudo o que era feliz nessa história.
Saí do cinema pensando sobre muitas coisas... Irreversível é um filme mais do que recomendado. Nota: 9.
Melhor citação do filme: "O Tempo destrói tudo." (Philippe - Philippe Nahon)
IRREVERSÍVEL (Irrèversible) - 2002 - Gênero: Drama - Direção: Gaspar Noé// Monica Bellucci, Vincent Cassel, Albert Dupontel, Philippe Nahon.

domingo, 4 de abril de 2004


CÁLCULO MORTAL (MURDER BY NUMBERS):
Quando este filme esteve em cartaz no circuito nacional não senti a menor vontade de assistí-lo. Mesmo sabendo que a história tinha um quê de "Festim Diabólico", do meu querido Mestre Hitchcock. Acho que este foi um agravante para não me interessar em gastar meu pouco dinheirinho no cinema. Eu não gosto de ver estas adaptações que fazem da histórias do meu mestre. Sou meio desconfiada com isso... Refilmagem então, eu nem chego perto!!! E tem outra coisa... A Sandra Bullock trabalha... Só gosto mesmo de um filme dela: Miss Simpatia. O resto... Mas, como Cálculo Mortal passou dia desses na HBO e eu não tinha nada melhor pra fazer, resolvi deixar todas as implicâncias de lado... E quando acabou o filme, agradeci a Deus muitas vezes por não ter gasto meu dinheiro indo ao cinema para vê-lo.
Não gostei. Achei fraco, previsível e chatinho. As interpretações estão no automático, e nem o Ben Chaplin (que gosto de ver atuando) me convenceu. Se eles queriam fazer uma versão teen para um dos melhores filmes do mestre Hitch, passaram a quilometros de distância. Lembra muito mal a história do filme e o final vira uma embromação boboca, digna de alguns péssimos filmes de suspense que eu ando assistindo atualmente... E tem uns melodramas tão bobocas...
Não sei se depois de ter malhado tanto o filme, alguém ainda se interessa em saber o enredo, mas... Lá vai: Richie e Justin (Ryan Gosling e Michael Pitt), dois adolescentes com nada de bom pra fazer na vida, resolvem utilizar sua inteligência para bolar um crime perfeito. Acontece que a polícia, obviamente, começa a investigar o caso e ambos ficam encurralados conforme vão aparecendo as pistas... O relacionamento entre os dois também começa a ir mal das pernas quando um deles começa a namorar e neste momento é que a amizade deles é posta à prova. Enquanto isso, Cassie (Sandra Bullock), a policial responsável pelo caso, tenta além de solucionar o mistério, esconder de todos os seus problemas passados...
Enfim... A história é essa... Assistam e tirem suas conclusões...
Nota: 5 (Tô sendo boazinha!).
Melhor citação do filme: "Você tem uma só vida e o que quer que você faça com ela e tudo que é feito contigo, você tem que encarar. Você não pode fingir que não aconteceu." (Cassie - Sandra Bullock)
CÁLCULO MORTAL (Murder by numbers) - 2002 - Gênero: Suspense - Direção: Barbet Schroeder// Sandra Bullock, Ben Chaplin, Ryan Gosling, Michael Pitt, Agnes Bruckner, Chris Penn.
DO OUTRO LADO DA CAMA (EL OTRO LADO DE LA CAMA):

Este foi outro filme que vi na Maratona de Cinema do Odeon-BR. Foi a primeira vez que participei do evento e gostei muito. Recomendo a todo cinéfilo que ainda não conferiu a dar uma passadinha lá. É uma vez por mês, sempre na primeira sexta-feira. Eu já voltei lá depois e sempre que puder estarei presente.
Este foi o "filme surpresa" escolhido pela votação do público, quando eu estive na Maratona. Do outro lado da cama é uma mistura de romance, drama, comédia e musical. Parece uma salada, né? Mas é bem legal. Toda hora o filme é interrompido por um musical coreografado. É muito engraçado no começo. As coreografias me lembravam a época em que eu, ainda criancinha, assistia ao programa do Chacrinha com meus pais. As bailarinas e os bailarinos faziam passos e gestos que lembravam as Chacretes. Mas tem uma hora que cansa tanta música e dança. Eu achei que o ritmo se perdeu. Mas mesmo assim, é um filme divertido.
Do que se trata? Bom... Sendo também um romance, trata daquelas coisas de sempre: amor, traição entre amigos e entre casais, troca de parceiros etc. A história é simples e comum. Mas divertida.
Gostei deste filme, que também passou no circuito alternativo por pouquíssimo tempo. Quem tiver oportunidade, não perca as "Chacretes" cantando em espanhol. *rs*Nota: 6.
Melhor citação do filme: Não lembro também...
DO OUTRO LADO DA CAMA (El otro lado de la cama) - 2002 - Gênero: Musical - Direção: Emilio Martínez Lázaro// Ernesto Alterio, Paz Vega, Guillermo Toledo, Natalia Verbeke, Alberto San Juan, María Esteve, Ramón Barea, Nathalie Poza.

sábado, 27 de março de 2004


DO JEITO QUE ELA É (PIECES OF APRIL):
Taí um filme legal! Sem compromissos com estética hollywoodiana ou qualquer outra, o filme é simples, comovente, bem feito, bem conduzido... Conquista até os mais durões e é tão legal que levou um de seus atores ao Oscar deste ano: Patricia Clarkson foi indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu papel neste filme.
Esta é a história de April Burns (Katie Holmes) e sua família em uma reunião do Dia de Ação de Graças. April é a filha mais velha e vivia em atrito com seus pais, por seu comportamento rebelde. Ela vive atualmente com o namorado em um pequeno apartamento em Nova York e deseja se aproximar de seus pais novamente. Quer demonstrar que mudou seu comportamento, que é uma adulta capaz. Mas seus pais são muito reticentes quanto a esta mudança. April tem certeza que se conseguir fazer um jantar de Ação de Graças de verdade seus pais lhe darão credibilidade. Porém este almoço não se realizará tão facilmente. Tanto ela, quanto seus pais à caminho de sua casa, passarão por vários problemas até a hora do almoço, que culminarão em muita lavação de roupa suja e demonstrações de afeto emocionantes.
É um filme muito "bonitinho" mesmo. Pena que passou em circuito alternativo, o que não permite que muitas pessoas o vejam. Eu vi na Maratona de Cinema Odeon-BR, por exemplo. Mesmo assim, se tiverem oportunidade assitam correndo. Não irão se arrepender! :-) Nota: 8.
Melhor citação do filme: Não me recordo de alguma boa... :-(
DO JEITO QUE ELA É (Pieces of April) - 2003 - Gênero: Drama - Direção: Peter Hedges // Katie Holmes, Derek Luke, Oliver Platt, Alison Pill, John Gallagher Jr., Patricia Clarkson, Alice Drummond, Sisqó, Sean Hayes.
ORFEU (IDEM):

Quando me falaram que este filme era uma grande porcaria, eu não acreditei. Achei que fosse ainda aquele preconceito bobo que brasileiro tem com os filmes nacionais. Eu não sofro deste mal. Fui então assistir a Orfeu. E percebi que todo mundo que falou mal estava equivocado. O filme não é ruim. Ele é MUITO, MUITO RUIM... Jesus! Ninguém merece... O que é isso?
Pra começo de conversa o que o Toni Garrido estava fazendo ali? E ainda como o papel principal... Na boa... Prefiro ele cantando... A Patrícia França, que faz a Eurídice, amor do Orfeu, estava tão apática que dava vontade de dar choques elétricos nela pra ver se pegava no tranco... Não tneho nada contra ela. Mas nesse filme, putz!!! Pra mim, a única pessoa que se destacou foi a Isabel Filardis. Seu papel é mínimo, mas ela mandou bem.
Sinceramente, nem dá vontade de escrever sobre o filme... Mas vamos lá... É a história de amor entre Orfeu e Eurídice. Ele é um compositor consagrado de sambas que se apaixona por Eurídice. Ela é uma moça do interior que acaba de chegar a cidade. No meio disso tudo tem que haver um bandido, né? Pois bem, é o Murilo Benício que interpreta o Lucinho, traficante da favela. Ele e Orfeu foram amigos de infância que seguiram caminhos opostos e se transformaram em duas lideranças paralelas no morro. Eles conviviam pacificamente. Até a chegada de Eurídice no morro. Nota: 1.
Melhor frase do filme: Fim
ORFEU (Idem) - 1999 - Gênero: Romance - Direção: Cacá Diegues // Toni Garrido, Patrícia França, Murilo Benício, Zezé Motta, Milton Gonçalves, Isabel Fillardis.